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Itália tem mais 26.323 casos e 686 mortes por covid em 24h

País também soma 720.861 curados e 789.308 casos ativos, o equivalente a 1,3% da população nacional

28 nov 2020
13h53
atualizado às 13h58
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A Itália registrou neste sábado (28) mais 26.323 casos e 686 mortes na pandemia do coronavírus Sars-CoV-2, elevando os totais de contágios e óbitos para 1.564.532 e 54.363, respectivamente.

Remoção de vítima de coronavírus em hospital em Milão, norte da Itália
Remoção de vítima de coronavírus em hospital em Milão, norte da Itália
Foto: ANSA / Ansa

Na última sexta-feira (27), o boletim do Ministério da Saúde havia contabilizado 28.352 diagnósticos positivos e 827 vítimas.

O país também soma 720.861 curados e 789.308 casos ativos, o equivalente a 1,3% da população nacional.

A média móvel de contágios em sete dias manteve a tendência de queda e chegou a 26.290, menor valor desde 1º de novembro (26.225), enquanto a de óbitos oscilou de 729 para 728.

Com os sinais de desaceleração na "segunda onda" da pandemia, o ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, autorizou três regiões a flexibilizarem as restrições a partir deste domingo (29): Calábria, Lombardia e Piemonte, que passarão a ser consideradas "áreas laranja".

Essa cor é a penúltima na escala de risco do governo, com regras que incluem proibição de deslocamentos intermunicipais e fechamento de restaurantes, mas os cidadãos podem circular livremente dentro de suas cidades de residência. Além disso, o comércio em geral está autorizado a funcionar nas áreas laranja.

Outras quatro regiões (Abruzzo, Campânia, Toscana e Vale de Aosta), além da província de Bolzano, ainda são consideradas "zonas vermelhas" e vivem em regime de lockdown, com proibição de sair de casa a não ser por motivos de trabalho ou urgência e comércio não essencial fechado. Além disso, está em vigor um toque de recolher noturno em todo o território nacional.

"Registramos um andamento decrescente dos casos, e isso confirma a importância das medidas [restritivas]. As mortes serão as últimas a diminuir, portanto é preciso evitar mensagens de afrouxamento da atenção", disse o presidente do Conselho Superior da Saúde, Franco Locatelli, pedindo que as pessoas mantenham um "comportamento responsável". .
   

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Ansa - Brasil   
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