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Com pico de novos casos, país bate recorde de mortes diárias em 2 meses

Média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, manteve tendência de crescimento pelo 14° dia seguido

25 jan 2022 18h35
| atualizado às 21h08
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16/07/2020
REUTERS/Amanda Perobelli
16/07/2020 REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: Reuters

O Brasil registrou 489 novas mortes pela Covid-19 nesta terça-feira (25), o maior número em 24 horas desde 12 de novembro de 2021, quando foram registradas 612 mortes. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 332, mantendo tendência de crescimento pelo 14° dia consecutivo.

O número de novas infecções notificadas foi de 199.126, o terceiro maior da pandemia. A média móvel de testes positivos atingiu um novo pico e está em 159.789. No total, o Brasil soma 623.901 mortos e 24.334.072 casos da doença. Acre, Goiás e Roraima não registraram vítimas fatais da doença nesta terça.

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. O balanço, divulgado às 20h, é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal

A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Dados do Ministério da Saúde

Segundo dados do Ministério da Saúde, por outro lado, o país registrou 183.722 novos casos de Covid-19, elevando o número total de infecções confirmadas no país a 24.311.317. Foram contabilizadas ainda 487 novas mortes pela doença. O total de vítimas fatais passou para 623.843.

O Brasil tem registrado uma disparada nos casos confirmados de Covid-19 nos últimos dias devido ao avanço da variante Ômicron pelo país. No entanto, com o avanço da vacinação e a aparente menor letalidade da Ômicron, o número de óbitos tem permanecido em patamares bem inferiores em relação ao pico da pandemia, quando o país chegou a registrar mais de 3.000 mortes por dia.

Com informações de Estadão Conteúdo.

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