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Brasil tem 6ª feira menos mortal das últimas 7 semanas

30 abr 2021
18h17 atualizado às 20h26
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18h17 atualizado às 20h26
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O Brasil registrou nesta sexta-feira (30) mais 2.595 mortes e 68.333 casos de covid-19 no último período de 24 horas, elevando os números totais de óbitos e contágios para 403.781 e 14.659.011, respectivamente, conforme dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

O número representa a sexta-feira com menos mortes desde o dia 12 de março, quando 2.216 pessoas foram à óbito por conta do coronavírus. Desde então, o País vem sofrendo com números altos de óbitos também às sextas-feiras: 2.815 no dia 19, 3.650 no dia 26, 2.922 no dia 2 de abril, 3.693 no dia 9, 3.305 no dia 16 e 2.914 na sexta-feira passada.

Foto: Ronaldo Silva / Reuters

O consórcio de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL levantou, junto às secretarias estaduais de Saúde, 2.870 mortes e 72.571 casos nas últimas 24 horas. Ao todo, os veículos de imprensa registraram 404.287 mortes e 14.665.457 infecções pelo novo coronavírus.

Após superar a marca de 400 mil mortes pela doença, o País ainda tem números grandes da pandemia. Segundo a Fiocruz, a pandemia parece estar desacelerando um pouco neste momento, mas ainda continua em patamares críticos e com números elevados de mortes. Até por isso, os pesquisadores recomendam manter o distanciamento físico e social para que a doença não volte a ter um ritmo mais alto de transmissão.

Com transmissão descontrolada do vírus, o País viveu o colapso de várias redes hospitalares, com morte de pacientes na fila por leito e falta de remédios para intubação. Governadores e prefeitos recorreram a restrições ao comércio e até ao lockdown para frear o vírus, mas também muitos flexibilizaram as medidas. Já o presidente Jair Bolsonaro continua como forte crítico das medidas de isolamento social, recomendadas por especialistas, e afirma temer efeitos negativos na economia. E para completar o cenário, nesta semana foi instalada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, para analisar os erros e omissões dos governantes na pandemia, incluindo o próprio presidente.

Com informações da Ansa e do Estadão Conteúdo
   

Fonte: Equipe portal
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