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China sinaliza cortes de tarifas e maior acesso ao mercado agrícola após cúpula Trump-Xi

Os acordos são "preliminares" e serão "finalizados o mais rápido possível", disse o ‌ministério após a visita do ‌presidente dos EUA

16 mai 2026 - 13h43
(atualizado às 14h47)
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O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com o presidente chinês, Xi Jinping, após uma visita ao Jardim Zhongnanhai em Pequim, China, em 15 de maio de 2026. REUTERS/Evan Vucci/Pool/File Photo
O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com o presidente chinês, Xi Jinping, após uma visita ao Jardim Zhongnanhai em Pequim, China, em 15 de maio de 2026. REUTERS/Evan Vucci/Pool/File Photo
Foto: Reuters

A China e os Estados Unidos concordaram em expandir o comércio agrícola por meio de reduções tarifárias e enfrentar barreiras não tarifárias e questões de acesso ao mercado, informou o Ministério ⁠do Comércio da China neste sábado, 16, após a ‌cúpula desta semana em Pequim.

Os acordos são "preliminares" e serão "finalizados o mais rápido possível", disse o ‌ministério após a visita do ‌presidente dos EUA, Donald Trump.

As importações agrícolas ⁠da China provenientes dos EUA ainda enfrentam uma taxa adicional de 10% depois que as rodadas de tarifas do ano passado reduziram drasticamente o comércio, que caiu 65,7% em relação ao ano ‌anterior, para US$8,4 bilhões em 2025, de acordo ‌com dados do ⁠Departamento de ⁠Agricultura dos EUA.

O Ministério do Comércio disse que ambos os ⁠lados pretendem promover ‌o comércio bilateral, inclusive ‌de produtos agrícolas, por meio de medidas como reduções tarifárias recíprocas em uma série de produtos, mas não especificou quais produtos.

Observadores de ⁠mercado esperam um corte de 10% nas tarifas sobre a soja, o que poderia permitir que as esmagadoras privadas chinesas retomassem as compras que foram em grande ‌parte deixadas de lado durante a safra norte-americana do ano passado, quando os comerciantes de safras ⁠estatais eram os únicos compradores.

"As reduções de tarifas sobre produtos agrícolas marcariam uma normalização do comércio agrícola entre a China e os EUA, permitindo que os compradores comerciais voltassem a entrar no mercado", disse Johnny Xiang, fundador da AgRadar Consulting, com sede em Pequim.

O ministério disse que ambos os lados concordaram em "resolver ou fazer progressos substanciais" em barreiras não tarifárias e questões de acesso ao mercado.

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