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China diz que acordos firmados em visita de Trump são "preliminares"

16 mai 2026 - 12h43
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O ‌Ministério do Comércio da China descreveu neste sábado como "preliminares" os acordos tarifários, agrícolas e aeronáuticos firmados durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta semana.

O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de eventos no Grande Salão do Povo e faz uma saudação com o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, em 14 de maio de 2026, em Pequim, China, durante uma viagem focada em comércio, segurança regional e fortalecimento dos laços bilaterais entre as duas maiores economias do mundo. Kenny Holston/Pool via REUTERS/File Photo
O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de eventos no Grande Salão do Povo e faz uma saudação com o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, em 14 de maio de 2026, em Pequim, China, durante uma viagem focada em comércio, segurança regional e fortalecimento dos laços bilaterais entre as duas maiores economias do mundo. Kenny Holston/Pool via REUTERS/File Photo
Foto: Reuters

Trump deixou ⁠Pequim na sexta-feira, depois de dois dias ‌de conversas com o presidente Xi Jinping, que se caracterizaram pela pompa e ‌pela retórica calorosa, mas com ‌detalhes limitados sobre resultados concretos em ⁠termos de comércio e investimento.

Em uma declaração em seu site, o ministério disse que os dois lados concordaram em estabelecer um conselho de investimentos e um conselho de ‌comércio para negociar reduções tarifárias recíprocas e específicas ‌de produtos, ⁠bem como ⁠cortes mais amplos em produtos não especificados, incluindo produtos ⁠agrícolas.

Também com ‌relação à agricultura, Pequim ‌disse que os dois lados trabalhariam para resolver barreiras não tarifárias e questões de acesso ao mercado.

"O lado norte-americano promoverá ⁠ativamente a resolução das preocupações de longa data da China com relação à detenção automática de produtos lácteos e aquáticos, às exportações de ‌bonsai em meios de cultivo para os Estados Unidos e ao reconhecimento da província de ⁠Shandong como uma área livre de gripe aviária", disse o ministério.

"O lado chinês também promoverá ativamente a resolução das preocupações dos EUA em relação ao registro de instalações de carne bovina e às exportações de carne de aves de alguns estados dos EUA para a China", acrescentou.

O ministério não identificou as empresas nem forneceu detalhes sobre volumes, valores ou cronogramas.

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