Celular explode e queima jovem enquanto dormia em MS; aparelho não estava na tomada
Mais um caso de celular que explode, e que queima jovem enquanto dormia no MS; aparelho não estava na tomada
Um incidente preocupante envolvendo a explosão de um celular durante o sono mobilizou uma família em Campo Grande, no último domingo (27). Pablo Moura, de 18 anos, sofreu queimaduras em um dos dedos da mão depois que o aparelho que estava ao seu lado pegou fogo de forma repentina. O acidente ocorreu por volta das 13h, enquanto o jovem dormia. O modelo em questão era um Xiaomi Poco F3, que, segundo o irmão da vítima, Luan Staab, não estava sendo carregado no momento do ocorrido.
O calor gerado pela explosão foi tão intenso que chegou a afetar a cabeça de Pablo e provocou queimaduras em seu dedo. O susto foi grande, mas o jovem conseguiu reagir rapidamente e evitar uma tragédia ainda maior. "O calor aqueceu a cabeça dele e queimou o dedo dele. Não aconteceu nada pior porque ele percebeu logo", relatou Luan. Ainda segundo ele, ao jogar o celular para fora, o aparelho continuou em chamas, causando danos ao colchão e gerando grande quantidade de fumaça.
Felizmente, uma almofada posicionada entre Pablo e o celular serviu como uma barreira de proteção e impediu que os ferimentos fossem mais graves. Luan destacou a importância desse detalhe, apontando que a presença do objeto possivelmente salvou o irmão de queimaduras mais severas ou até algo pior. "Ele continuou queimando e derreteu o colchão dele todo", reforçou Luan, ao mostrar os estragos causados pelo fogo.
A explosão foi tão intensa que a mãe dos jovens chegou a escutar o barulho vindo do quarto, mas inicialmente não associou o som a algo dentro de casa. "Era 13h da tarde, meu irmão estava dormindo, minha mãe estava no quarto ao lado até que ela ouviu o barulho da explosão, mas ela ignorou", contou Luan. O susto só aumentou quando a família se deparou com o quarto tomado por fumaça tóxica.
Apesar da gravidade da situação, o fogo foi contido e os danos foram apenas materiais. O quarto, no entanto, ficou temporariamente inutilizável devido à fumaça, e os irmãos precisaram buscar outro local para dormir naquela noite. "Quando minha mãe foi lá, só estava a fumaça tóxica, e o celular também estava soltando muita fumaça porque estava queimando", completou o irmão. Pablo passa bem e não sofreu ferimentos graves, mas o caso serve de alerta para os perigos ocultos de aparelhos eletrônicos, mesmo fora da tomada.