Cachorrinha Lili, que sobreviveu a ataque há quase nove anos, enfrenta nova batalha após pneumonia grave
Lili precisou de internação, oxigênio e tratamento intensivo; tutor criou Vakinha para custear a recuperação e manter os cuidados em casa Quase nove anos depois de sobreviver a um ataque que quase tirou sua vida, a cachorrinha Lili voltou a enfrentar uma batalha pela sobrevivência
Lili precisou de internação, oxigênio e tratamento intensivo; tutor criou Vakinha para custear a recuperação e manter os cuidados em casa
Quase nove anos depois de sobreviver a um ataque que quase tirou sua vida, a cachorrinha Lili voltou a enfrentar uma batalha pela sobrevivência.
Em junho deste ano, ela foi diagnosticada com uma pneumonia grave e precisou ser internada às pressas, passando por dias de tratamento intensivo com oxigênio, exames e medicamentos.
Agora, já em recuperação, Lili continua precisando de acompanhamento constante, e seu tutor, Kauê, criou uma Vakinha para arrecadar recursos que permitam dar continuidade ao tratamento.
Uma história que começou em 2017
A história de Lili e Kauê começou no fim de 2017.
Na saída do trabalho, ele soube que uma cachorrinha que vivia nas ruas havia sido atacada por outro cão.
Ao encontrá-la, viu um animal gravemente ferido, sem forças para sustentar a própria cabeça.
Mesmo naquele estado, uma cena ficou gravada em sua memória.
Lili olhou para ele e abanou o rabo.
Kauê a enrolou em um jaleco e atravessou São Bernardo do Campo (SP) em uma corrida contra o tempo até uma clínica veterinária, mantendo sua cabeça apoiada durante todo o trajeto.
Ela passou por cirurgia, precisou de oxigênio e internação e, apesar de perder a ninhada que carregava, sobreviveu.
Quando ouviu novamente a voz de Kauê após o procedimento, abanou o rabo mais uma vez.
Foi naquele instante que ganhou um nome, uma família e uma segunda chance.
Quase nove anos depois, uma nova luta
Em junho de 2026, Kauê percebeu que algo estava errado.
Ao chamar Lili, ela não respondeu.
A cachorrinha apresentava febre, dificuldade para respirar e estava muito abatida.
O diagnóstico foi pneumonia.
Ela voltou a ser internada e precisou novamente de suporte com oxigênio, medicamentos e acompanhamento veterinário intensivo.
Embora possuísse plano de saúde veterinário, parte importante do tratamento não estava coberta.
Para garantir que os cuidados não fossem interrompidos, Kauê utilizou todos os recursos que tinha à disposição — incluindo o dinheiro obtido com a venda do próprio carro.
Mesmo assim, os custos continuaram aumentando.
A recuperação continua dentro de casa
Após receber alta, Lili passou a depender de uma rotina intensa de cuidados domiciliares.
Ela realiza inalações, utiliza medicamentos diariamente e recebe suplementação de oxigênio por meio de um concentrador.
Durante esse período, Kauê precisa permanecer ao lado dela praticamente o tempo todo.
Além de administrar os medicamentos, acompanha o funcionamento do equipamento, verifica a posição do cateter e mantém uma alternativa de oxigênio preparada para qualquer emergência, como uma queda de energia.
Essa dedicação também reduziu sua possibilidade de trabalhar fora de casa durante a recuperação da companheira.
Mais de R$ 12 mil já foram gastos
Segundo a prestação de contas publicada na campanha, as despesas veterinárias documentadas já somam R$ 12.477,80, incluindo internação, exames, equipamentos, oxigênio domiciliar e transporte.
O valor, porém, representa apenas parte dos custos.
Medicamentos, consultas de retorno, novos exames e outras despesas continuam surgindo conforme a recuperação avança.
Por isso, a Vakinha estabeleceu uma meta inicial de R$ 20 mil, destinada exclusivamente ao tratamento da cachorrinha. Ajude a Lili!
A terceira chance de Lili
Há quase nove anos, Lili sobreviveu quando tudo indicava que não conseguiria.
Agora, enfrenta mais um desafio.
Ela já deixou a internação, voltou para casa e segue cercada pelos cuidados de quem decidiu não desistir dela desde o primeiro encontro.
A expectativa da família é que a solidariedade ajude a garantir tudo o que ainda falta para que essa nova recuperação tenha o mesmo desfecho da primeira: a oportunidade de continuar vivendo.
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