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Voo 1907: jato Legacy chega a Manaus antes de voltar aos EUA

1 nov 2010 - 07h04
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O jato Legacy que atingiu um Boeing que fazia o voo 1907 da Gol em 29 de setembro de 2006 pousou na noite de sábado no aeroporto internacional de Manaus (AM), segundo a Aeronáutica. A capital amazonense é a última parada da aeronave no País antes de partir para os Estados Unidos. A Infraero, entretanto, não estipulou uma data para a partida. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O Legacy estava apreendido desde o acidente na Base Aérea Serra do Cachimbo, no Pará. No dia 27 deste mês, a Justiça Federal de Mato Grosso decidiu pela restituição do avião ao dono. Na época do acidente, o jato pertencia à empresa de táxi aéreo americana ExcelAire, mas foi vendido para a Cloudscape Incorporation. Todos os 154 ocupantes do voo 1907 da Gol, que colidiu com o Legacy, morreram no acidente. De acordo com o advogado da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907, Dante D'Aquino, a saída da aeronave no País não casará "nenhum prejuízo" à produção de provas relativas ao acidente, já que os equipamentos do painel e a caixa-preta da aeronave permanecerão em território brasileiro.

Investigação

Na terça-feira, o sargento Jomarcelo Fernandes dos Santos, 31 anos, foi condenado pela Justiça Militar a um ano e dois meses de prisão por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) pelo acidente no voo 1907. Jomarcelo trabalhou como controlador de voo no controle de tráfego aéreo no dia do acidente.

Além dele, foram julgados os controladores de voo João Batista da Silva, Felipe Santos Reis, Lucivando Tibúrcio de Alencar e Leandro José Santos de Barros. Eles foram absolvidos das acusações de negligência e de não observar as normas militares de segurança.

O acidente ocorreu em 29 de setembro de 2006, quando o avião da Gol se chocou no ar com o Legacy. Os passageiros e tripulantes do jato sobreviveram ao acidente. O sargento, que foi condenado por quatro votos a um, pode recorrer da decisão no Superior Tribunal Militar (STM).

Um pedido para retirar as licenças profissionais dos pilotos do Legacy, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, foi negado pela Federal Aviation Administration (FAA), nos Estados Unidos. A solicitação havia sido feita em abril, por uma comitiva de deputados brasileiros e representantes das famílias das vítimas, que apresentou um laudo, endossado pelo Ministério Público Federal do Brasil, que acusa os pilotos de não terem acionado o TCAS, equipamento responsável pelo contato entre a aeronave e as torres de transmissão.

Fonte: Redação Terra
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