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Rebelião em presídio de Taubaté ainda tem seis reféns

A unidade prisional Doutor Félix Nobre de Campos tem capacidade para 844 detentos, mas abriga atualmente 1.512 pessoas.

9 ago 2018
17h16
atualizado às 17h16
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Quatro religiosos e dois agentes penitenciários permanecem reféns na tarde desta quinta-feira (9) no Centro de Detenção Provisória de Taubaté. O motim começou na tarde de ontem (8) na unidade localizada no interior paulista.

Segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária de São Paulo, durante a manhã de hoje, dois religiosos foram liberados. No total, 11 membros de entidades ligadas a igrejas foram tomados como reféns. São pessoas que trabalham com as confissões evangélicas Deus é Amor, Cristo é Luz é Vida, Capelania de Taubaté e Assembleia de Deus.

Vista do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taubaté, no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, onde reféns continuam em poder dos amotinados. Entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta, quatro pessoas tinham sido liberadas pelos presos. Negociadores da Secretaria da Administração Penitenciária continuam as conversações com os detentos. O Grupo de Intervenção Rápida (GIR) da pasta, especializado em solução de conflitos, está de prontidão no interior do presídio. De acordo com familiares, os amotinados querem melhorias nas condições do CDP. A unidade está superlotada, com 1.521 presos, quase o dobro da capacidade, de 844 detentos.
Vista do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taubaté, no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, onde reféns continuam em poder dos amotinados. Entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta, quatro pessoas tinham sido liberadas pelos presos. Negociadores da Secretaria da Administração Penitenciária continuam as conversações com os detentos. O Grupo de Intervenção Rápida (GIR) da pasta, especializado em solução de conflitos, está de prontidão no interior do presídio. De acordo com familiares, os amotinados querem melhorias nas condições do CDP. A unidade está superlotada, com 1.521 presos, quase o dobro da capacidade, de 844 detentos.
Foto: NILTON CARDIN / Estadão Conteúdo

A unidade prisional Doutor Félix Nobre de Campos tem capacidade para 844 detentos, mas abriga atualmente 1.512 pessoas.

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Agência Brasil Agência Brasil

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