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Saúde anuncia novo cálculo para reajuste dos medicamentos

Ministério espera que aumento médio fique abaixo da inflação

27 fev 2015 - 15h12
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Imagen de archivo de un farmaceútico arreglando cajas de mediciona en Caracas, ene 4 2011. Con fiebre, dolor en las rodillas y los dedos hinchados, Miguel Ángel Maracara, de 21 años, y su padre, recorrieron casi una decena de farmacias en el estado venezolano de Aragua sin encontrar acetaminofén, el medicamento para calmar los fuertes dolores que produce el virus de la chikungunya.
Imagen de archivo de un farmaceútico arreglando cajas de mediciona en Caracas, ene 4 2011. Con fiebre, dolor en las rodillas y los dedos hinchados, Miguel Ángel Maracara, de 21 años, y su padre, recorrieron casi una decena de farmacias en el estado venezolano de Aragua sin encontrar acetaminofén, el medicamento para calmar los fuertes dolores que produce el virus de la chikungunya.
Foto: Gil Montano / Reuters

O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciaram nesta sexta-feira (27) mudanças no cálculo feito para reajustar os preços dos medicamentos em todo o País. A definição dos novos critérios serve para adequar o índice à realidade do mercado.

A expectativa do ministério é que o percentual médio de reajuste fique abaixo da inflação; que o índice seja menor em relação ao que seria calculado com a regra anterior e que mais medicamentos tenham o menor reajuste de preço. Além disso, cada um dos três fatores que compõem a fórmula de reajuste terá uma data fixa para ser divulgado.

De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Jarbas Barbosa, os três fatores passam a ser definidos conforme a concorrência dos grupos de mercado, classificados como não concentrados, moderadamente concentrados e altamente concentrados.

"Com isso, buscamos dar maior previsibilidade, racionalidade, transparência e segurança", explicou Jarbas. "O mercado será considerado como um todo, não apenas o varejista (serão incluídas as vendas hospitalares e as compras públicas). Você passa a acompanhar melhor as tendências de mercado", completou.

Um dos principais impactos da mudança é a redução do rol de medicamentos sujeitos ao maior reajuste de preço. Do total, 21,57% dos medicamentos regulados terão o maior reajuste, enquanto a maioria  (51,73%) vai sofrer o menor índice de reajuste.

As novas regras, de acordo com o secretário, incluíram sugestões da consulta pública realizada em 2014 com a participação de entidades que representam mais de 150 indústrias farmacêuticas. A resolução será publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (2).

"As medidas que estão sendo tomadas vão resultar, sem dúvida nenhuma, em um desembolso menor na compra de medicamentos", destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Segundo ele, a expectativa é que o impacto para os consumidores, o governo e os prestadores de serviço que compram medicamentos seja uma redução superior a R$ 100 milhões.

O percentual de reajuste será divulgado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) no dia 31 de março, após a publicação oficial do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como prevê a regra.

Agência Brasil Agência Brasil
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