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Política

Trump analisa condenação de Bolsonaro: "Tentaram fazer comigo, mas não conseguiram"

Presidente dos EUA afirma que aliado foi um bom governante e que não esperava que o processo contra o brasileiro fosse adiante

11 set 2025 - 18h16
(atualizado às 20h01)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, 11, que acompanha o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que a situação do aliado é semelhante à que ele passou meses atrás. Questionado por um jornalista em frente à Casa Branca, o republicano afirmou que ficou surpreso com o resultado da votação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenaram Bolsonaro pela tentativa de golpe de Estado por 4x1.

“Eu assisti ao julgamento, conheço o Bolsonaro muito bem. Como líder estrangeiro, achei que ele foi um bom presidente. É muito surpreendente que isso aconteça. É muito parecido com o que tentaram fazer comigo, mas não conseguiram de jeito nenhum. Ele é um homem bom, e não vejo isso acontecendo [comigo]”, afirmou, nesta quinta-feira.

Questionado se aplicaria novas sanções ao Brasil após o resultado do julgamento, Trump não respondeu. Na última quarta-feira, 10, a porta-voz da Casa Branca afirmou que o governo dos EUA não tem medo de utilizar meios econômicos ou militares para defender a liberdade de expressão ao redor do mundo. Nas palavras de Trump, o julgamento de Bolsonaro é uma "caça às bruxas".

Retrato oficial de Donald Trump como presidente dos EUA
Retrato oficial de Donald Trump como presidente dos EUA
Foto: Divulgação/TRUMP VANCE TRANSITION TEAM/Daniel Torok / Estadão

A primeira turma do Supremo condenou Bolsonaro e mais sete aliados por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes. É a primeira que um ex-presidente da República sentou-se no banco dos réus e foi sentenciado por tentar romper a ordem instucional do País. O julgamento começou há cinco dias, e deve prosseguir na próxima sexta-feira, 12, para analisar as penas dadas a cada um dos condenados.

Aliado de Bolsonaro, Trump defendeu a inocência do brasileiro em várias ocasiões e chegou às vias de fato nas represálias ao Brasil pelo prosseguimento do processo. Ao todo, oito ministros do STF e suas famílias tiveram seus vistos de viagem americanos cancelados pelo govern dos EUA.

O relator do caso, Alexandre de Moraes, chegou a ser sancionado pela Lei Magnistky, dedicada a punir infratores aos Direitos Humanos. Além disso, Trump assinou um decreto que impõe uma sobretaxa de 50% sobre as importações brasileiras como reprsália ao andamento da ação contra Bolsonaro.

Fonte: Redação Terra
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