TRE-PR identifica "campanha substitutiva" para Deltan Dallagnol feita por aliados
O TRE-PR determinou a remoção de publicações de aliados de Deltan Dallagnol que configuram "campanha substitutiva" ao Senado, prática que contorna a proibição de campanha imposta a ele pelo TSE. A decisão da juíza Sandra Bauermann atinge postagens dos deputados Filipe Barros e Guilherme Kilter e do advogado Jeffrey Chiquini, exigindo a exclusão de sete conteúdos com pedidos explícitos de voto em 24 horas, sob pena de multa de R$ 10 mil por post mantido.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) identificou que aliados de Deltan Dallagnol (Novo) pediram para o ex-deputado ao Senado, mesmo com um impedimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que ele faça campanha. Em decisão sobre uma representação apresentada à Corte, o tribunal determinou a remoção de publicações que, segundo a análise preliminar, extrapolam o apoio político.
Os deputados Filipe Barros (PL) e Guilherme Kilter (Novo) e do advogado Jeffrey Chiquini fizeram postagens em redes sociais que foram conisderadas "campanha substitutiva" em decisão da juíza auxiliar Sandra Bauermann. O TRE determinou a retirada, em 24 horas, de sete publicações com pedidos explícitos de voto em Deltan e fixou multa de R$ 10 mil por publicação mantida.
O TSE havia determinado no último dia 24 que Deltan ficasse impedido, até o julgamento do recurso, de receber ou utilizar recursos públicos, veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão e praticar outros atos de campanha. Na decisão, o TSE determinou ainda que o TRE-PR adotasse as providências necessárias para assegurar o cumprimento da ordem.
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