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Política

Senador busca PGR para pedir prisão domiciliar de Bolsonaro e liberação de contato com Valdemar

Wellington Fagundes quer discutir transferência de Bolsonaro para prisão humanitária e proibição de contato com dirigente do PL

5 fev 2026 - 17h07
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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) deve se reunir na tarde desta quinta-feira, 5, com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para tratar do pedido de transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para uma possível prisão domiciliar e para a revogação da proibição de contato com o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto.

O parlamentar também tem visita agendada a Bolsonaro no próximo sábado, 7, no local onde o ex-presidente cumpre pena.

O senador Wellington Fagundes, autor de pedido para discutir com a PGR a transferência de Jair Bolsonaro para prisão domiciliar e a liberação de contato com Valdemar Costa Neto.
O senador Wellington Fagundes, autor de pedido para discutir com a PGR a transferência de Jair Bolsonaro para prisão domiciliar e a liberação de contato com Valdemar Costa Neto.
Foto: Beto Barata/Agência Senado / Estadão

Em vídeo publicado em suas redes sociais, Fagundes afirmou que o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, teria dito que a prisão do ex-presidente deve evoluir para o regime domiciliar. A declaração foi feita pelo senador sem detalhar o contexto ou eventual manifestação formal do ministro sobre o caso.

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Segundo Fagundes, não há justificativa para manter Bolsonaro e Valdemar impedidos de se comunicar. Na semana passada, no entanto, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que a autorização de contato entre investigados e condenados em procedimentos correlatos representa "risco manifesto à investigação".

Em outubro de 2025, a Primeira Turma do STF decidiu pela reabertura da investigação sobre a participação de Valdemar Costa Neto na trama golpista. Votaram nesse sentido o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. O ministro Luiz Fux não acompanhou os colegas na decisão.

Condenado a mais de 27 anos de prisão por liderar a trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, conhecido como Papudinha, para onde foi transferido em janeiro.

Estadão
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