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Pressão para acelerar vacinas tem que aumentar, diz Haddad

Petista lembra que os partidos de oposição lutaram para que o governo mantivesse o Auxílio Emergencial no valor de R$ 600

17 abr 2021
20h29 atualizado às 20h35
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20h29 atualizado às 20h35
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O ex-prefeito de São Paulo e candidato à Presidência da República em 2018, Fernando Haddad (PT), iniciou sua participação no Brazil Conference at Harvard & MIT pedindo aumento na pressão sobre o governo para acelerar o cronograma de vacinação contra a covid-19. "Temos que aproveitar a abertura da CPI da Pandemia. O Brasil tem 12% dos mortos no mundo e 3% da população. E isso não acontece pelo vírus, mas sim pela péssima gestão".

Fernando Haddad
28/10/2018
REUTERS/Amanda Perobelli
Fernando Haddad 28/10/2018 REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: Reuters

Haddad lembra que os partidos de oposição lutaram para que o governo mantivesse o Auxílio Emergencial no valor de R$ 600, mas a maioria dos parlamentares aprovou R$ 150.

O ex-prefeito chamou atenção ainda para o "passivo acadêmico" que o Brasil terá após a pandemia. "Vamos precisar recuperar cultura, educação, ciência e tecnologia, que atualmente estão com um patamar sofrível de investimentos. Será dramático. É preciso um plano plurianual para recuperar a formação dos jovens".

Sobre o governo Bolsonaro, ele ressalta que foi adotada uma agenda de retrocesso, com aparelhamento da Polícia Federal e até do Supremo Tribunal Federal (STF). "E quando o presidente é acusado de genocida, não é uma oferta. É algo baseado em dados", afirma Haddad.

Estadão
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