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Política

"Perdi um amigo", diz presidente do PTB sobre Celso Pitta

21 nov 2009 - 13h39
(atualizado às 16h48)
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O deputado Campos Machado, presidente estadual e secretário geral da executiva nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), fez questão de ressaltar a simplicidade do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, que morreu em decorrência de um câncer disseminado no intestino, na noite desta sexta-feira.

Celso Pitta morre de câncer aos 63 anos em SP:

"A lembrança que vou ter sempre do ex-prefeito Celso Pitta é de um homem simples, humilde, educado, correto com seus amigos e que não passou de uma vítima das trágicas circunstâncias que nortearam sua vida. Fui seu adversário na disputa das eleições da capital, em 1996, e sempre dele tive a melhor das impressões, pelo seu caráter e pelo respeito que ele tinha pela sua origem e pelo seu passado. Perdi um amigo, e o PTB perde um filiado que era um dos maiores defensores do Departamento Afro", disse o líder político partidário, por meio de um comunicado enviado por sua assessoria de imprensa.

Além de filiado ao PTB, Pitta era o vice-presidente do Diretório Zonal petebista do Jardim Paulista.

Celso Pitta, 63 anos, estava internado no hospital Sírio-Libanês desde o último dia 3 e vinha sendo tratado desde janeiro deste ano. Ele já havia feito uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno no intestino em janeiro deste ano, sendo submetido a quimioterapia no hospital, posteriormente.

Pitta foi prefeito de São Paulo de 1997 a 2000, teve a gestão marcada por uma série de denúncias e chegou a ser afastado do cargo por 18 dias. Era afilhado político de Paulo Maluf (PP) e tentou duas vezes ser deputado federal pelo PTB, sem sucesso.

No ano passado, foi preso pela Polícia Federal durante as investigações da Operação Satiagraha, que apurava crimes financeiros atribuidos ao banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity.

Também no ano passado, Pitta teve a prisão decretada por não ter pago a pensão alimentícia à ex-mulher, Nicea. Um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça permitiu que o ex-prefeito cumprisse prisão domiciliar, em abril de 2009.

Fonte: Terra
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