A morte do magnata russo Pavel Antov, no último domingo (25), é mais uma das muitas mortes suspeitas na Rússia este ano. Coincidência ou não, foi em 2022 que o país europeu invadiu a Ucrânia e iniciou uma guerra que já dura quase um ano.
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A Rússia é um país com o governo altamente militarizado e com praticamente nenhuma alternância de poder. Além disso, há muita censura aos meios de comunicação. Por isso, muita gente acredita que essas mortes misteriosas possam ter sido encomendadas.
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Pavel Antov, por exemplo, era crítico do Putin, embora fossem do mesmo partido, o Rússia Unida. O milionário empresário não concordava com a invasão à Ucrânia.
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"Uma menina foi retirada dos escombros. O pai da menina parece ter morrido. Estão tentando retirar a mãe com um guindaste. Para dizer a verdade, é extremamente difícil chamar isso de outra coisa senão terror.", comentou Antov, após um ataque russo em junho.
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Ele apareceu morto após cair de um hotel na cidade indiana de Rayagada. O caso de Antov não é o primeiro.
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Em julho, o empresário Yuri Voronov, do alto escalão da Gazprom, empresa estatal na área de gás e energia, foi encontrado morto em sua casa, na Grande São Petersburgo, uma das maiores cidades do país.
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O corpo foi encontrado boiando em uma piscina, com tiro na cabeça e uma arma, além de munições, do lado. Ele faleceu aos 61 anos e a morte também intriga os russos. De acordo com a viúva, Yuri faleceu após se desentender com diretores da Gazprom por conta de negócios.
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Ex-vice-presidente da empresa de gás natural Novatek, Sergei Protosenya, de 55 anos, foi encontrado morto em sua mansão na Catalunha, na Espanha, ao lado dos corpos da sua mulher, Natalya, e da filha, Maria.
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A suspeita da polícia espanhola é de que o homem tenha esfaqueado as duas e depois se enforcado no jardim da residência, em 19 de abril. O corpo dele também não tinha traços de sangue.
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No dia seguinte, quem foi encontrado morto é Vladislav Avayev, de 51 anos. Assim como Sergey, a família dele também foi encontrada sem vida, mas em Moscou.
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Avayev, portanto, teria cometido suicídio e depois matado a família. Também foram encontradas armas em sua mansão. Vladislav foi um dos vice-presidentes de um dos maiores bancos do país.
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Em janeiro, Leonid Schulman apareceu morto na banheira de casa, em São Petersburgo. Ele tinha 60 anos, era diretor da Gazprom e escreveu uma suposta carta de suicídio.
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"Nosso colega, chefe do serviço de transporte, Leonid Aleksandrovich Shulman, faleceu. As circunstâncias estão sendo investigadas", disse a empresa, na época.
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Outro que tinha relações com a Gazprom era o empresário Alexander Tyulyakov, de 61 anos. Ele foi encontrado enforcado nos arredores de São Petersburgo, em fevereiro. Seu corpo estava em uma garagem.
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Empresário no ramo da medicina, Vasily Melnikov foi encontrado morto, também com sua família em casa, mas na cidade de Novgorod.
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Em maio, Andrei Krukovsky foi encontrado morto, com o corpo embaixo de um penhasco na cidade de Sochi. Ele tinha 37 anos e trabalhava em um hotel de luxo voltado para esquiadores.
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Também em maio, Alexander Subbotin, de 43 anos, foi encontrado morto na casa de um amigo. A principal suspeita é de que ele tenha sido envenenado com veneno de sapo após ritual xamânico para curar ressaca.
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Mikhail Watford, de 66 anos, foi encontrado morto em sua mansão na Inglaterra. A polícia inglesa ainda investiga as causas do falecimento, mas acredita, por outro lado, que foi por causas naturais.
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Watford, que mudou de sobrenome após ir para a Inglaterra, fez fortuna após o fim da União Soviética, nos anos 1990. O caso foi em março e ele era próximo a Putin. Por outro lado, acredita-se que pode ter sido assassinado como uma ameaça a Putin, que tinha acabado de invadir a Ucrânia.
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