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Morales diz que convocará embaixador se Dilma for destituída

Defendamos a democracia e a paz", escreveu o presidente da Bolívia em sua conta no Twitter.

30 ago 2016
17h27
atualizado às 17h52
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"Se prosperar o golpe parlamentar contra o governo democrático de @dilmabr, a Bolívia convocará seu embaixador. Defendamos a democracia e a paz", escreveu Morales em sua conta no Twitter.
"Se prosperar o golpe parlamentar contra o governo democrático de @dilmabr, a Bolívia convocará seu embaixador. Defendamos a democracia e a paz", escreveu Morales em sua conta no Twitter.
Foto: Jorge Mamani/ Ministerio De La Presidencia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, advertiu nesta terça-feira que convocará seu embaixador no Brasil, José Antonio Kinn, se o Senado confirmar a destituição da presidente afastada, Dilma Rousseff.

"Se prosperar o golpe parlamentar contra o governo democrático de @dilmabr, a Bolívia convocará seu embaixador. Defendamos a democracia e a paz", escreveu Morales em sua conta no Twitter.

O julgamento político de Dilma está em sua fase final e o Senado deverá tomar uma decisão definitiva sobre a eventual cassação da presidente nesta quarta-feira.

Morales já havia afirmado na segunda-feira, também via Twitter, que o "processo injusto" contra Dilma pretende "conter a rebelião de seu povo e expulsar pobres, negros e mulheres do poder".

Segundo o presidente boliviano, "os ex-presidentes de direita são favorecidos com um manto de impunidade", enquanto para os de esquerda há "perseguição judicial e escarmento".

"O único juiz que pode sancionar sua conduta política é seu povo, os outros cumprem a vergonhosa incumbência do império", acrescentou.

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EFE   
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