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Política

Itamaraty reage à ameaça de Rubio após condenação de Bolsonaro: 'Não intimidarão a nossa democracia'

Ministério das Relações Exteriores diz que vai 'defender a soberania do País de agressões e tentativas de interferência, venham de onde vierem'

11 set 2025 - 20h42
(atualizado às 21h02)
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BRASÍLIA - O Itamaraty reagiu nesta quinta-feira, 11, à ameaça do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, de responder na forma adequada à condenação criminal do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por golpe no Supremo Tribunal Federal (STF).

"Ameaças como a feita hoje pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em manifestação que ataca autoridade brasileira e ignora os fatos e as contundentes provas dos autos, não intimidarão a nossa democracia", respondeu no X o Ministério das Relações Exteriores. "Continuaremos a defender a soberania do País de agressões e tentativas de interferência, venham de onde vierem."

Pouco antes, Rubio voltara a sinalizar a aplicação de mais punições ao Brasil com fundamento em questões políticas: "Os Estados Unidos responderão adequadamente a essa caça às bruxas".

O secretário trumpista voltou a criticar o relator no STF, ministro Alexandre de Moraes, contra quem já incidiu a Lei Magnitsky, e disse que a condenação é "injusta". O governo brasileiro avalia que a administração Trump vai anunciar novas sanções direcionadas ao País.

"As perseguições políticas do violador de direitos humanos sancionado Alexandre de Moraes continuam, já que ele e outros membros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram injustamente prender o ex-presidente Jair Bolsonaro", afirmou o representante do governo Trump.

O conteúdo também foi replicado ao público brasileiro, pelo perfil da embaixada dos Estados Unidos em Brasília.

A chancelaria brasileira também rebateu a acusação de perseguição política e julgamento injusto por parte de Marco Rubio.

"O Poder Judiciário brasileiro julgou, com a independência que lhe assegura a Constituição de 1988, os primeiros acusados pela frustrada tentativa de golpe de Estado, que tiveram amplo direito de defesa. As instituições democráticas brasileiras deram sua resposta ao golpismo", afirmou o MRE.

Estadão
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