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Política

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Fachin pede parecer da PGR sobre rumos das investigações sobre Master e INSS

Casos estão na presidência do STF, mas não foram oficialmente retirados da relatoria de André Mendonça

25 set 2026 - 16h17
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Resumo
O presidente do STF, Edson Fachin, deu cinco dias para a PGR se manifestar sobre pedidos pendentes nas investigações sobre o Banco Master e desvios no INSS. Entre as medidas urgentes estão a revogação de prisões, como a de Daniel Vorcaro, e a prorrogação das apurações pedida pela PF. A manifestação da PGR também deve orientar se as próximas decisões caberão a Fachin, que assumiu os autos temporariamente, ou ao relator oficial dos casos, ministro André Mendonça.

BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre pedidos pendentes em duas investigações - a fraude do Banco Master e os desvios do INSS. Há duas semanas, Fachin determinou a remessa dos dois inquéritos para a presidência da Corte. Os dois casos, porém, continuam oficialmente sob a relatoria de André Mendonça.

Entre os pedidos aguardando decisão, estão a revogação de prisões de investigados - inclusive de Daniel Vorcaro. A PGR deverá se pronunciar "sobre as providências pedidas, inclusive quanto à sua pertinência, necessidade e adequação e eventual repercussão sobre procedimentos investigativos em curso". Há expectativa que a PGR também se posicione sobre quem deve tomar as próximas decisões nos inquéritos: Fachin ou Mendonça.

O parecer da PGR será encaminhado a Fachin, e a tendência é que ele decida sobre as questões pendentes, por serem consideradas urgentes. Em seguida, o presidente do tribunal deverá apontar se ele mesmo definirá os próximos passos das investigações, ou se devolverá os autos dos processos ao gabinete de Mendonça.

Além do dono do Master, também pediram a revogação da prisão Henrique Vorcaro, Felipe Vorcaro, Rodrigo Franco, Marilson Roseno da Silva, Fabiano Zettel, Daniel Monteiro e Sebastião Monteiro Junior. Enquanto isso, a Polícia Federal solicitou a prorrogação das investigações. As solicitações foram feitos depois que o caso foi levado à presidência do Supremo.

Estadão
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