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Política

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Fachin diz que Judiciário está à altura dos desafios atuais e não faltará à legalidade constitucional

Presidente do STF diz que ‘unidos’ será possível uma construção do Judiciário ‘ainda mais preparado para enfrentar problemas prementes’

8 set 2026 - 18h51
(atualizado às 18h58)
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O presidente do STF, ministro Edson Fachin, no plenário da Corte
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, no plenário da Corte
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou, nesta segunda-feira, 6, que é preciso união dos ministros do Corte para “aperfeiçoamento” e “modernização” da Justiça brasileiro, mas disse que o Judiciário “está à altura” para enfrentar desafios nacionais atuais. Declaração foi feita durante discurso em evento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com corregedores nesta terça-feira, 8. 

“Todos e todas aqui estamos almejando o aperfeiçoamento da Justiça brasileira. Ou seja, o desenvolvimento, a sua modernização, com respeito às trajetórias percorridas e com diálogo”, disse Fachin. “Os dias de hoje reclamam esse diálogo permanente. Reclamam que tenhamos uma resposta à altura dos desafios."

O ministro ainda acrescentou: “Eu estou plenamente convencido de que o Poder Judiciário brasileiro está à altura dos desafios que se lhes apresentam no momento contemporâneo. E a Justiça brasileira não faltará à legalidade constitucional, por certo, por seus deveres que decorrem da própria Constituição”.

Ao longo da fala, o ministro afirmou ainda que “unidos” será possível uma construção do Judiciário “ainda mais preparado para enfrentar problemas prementes”.

Como apurou o jornal O Estado de São Paulo, o presidente do STF cogita assumir a condução dos inquéritos sobre o Banco Master e o INSS, que hoje estão sob relatoria de André Mendonça, com o objetivo de amenizar a crise na Corte.

Nesta terça-feira, 8, Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal. A decisão teve o apoio de Nunes Marques e Luiz Fux em julgamento de referendo na Segunda Turma. O ministro Gilmar Mendes pediu vista e defendeu que o caso precisa ser discutido no Plenário.

Fonte: Portal Terra
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