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Política

Eduardo Bolsonaro diz que é 'hora do Congresso agir' e pede anistia pelo 8/1 após sanção a Moraes

Lei Magnitsky foi aplicada ao ministro Alexandre de Moraes pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, 30; deputado filho de Jair Bolsonaro fala sobre 'virar a página'

30 jul 2025 - 14h17
(atualizado às 16h37)
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se pronunciou após o anúncio do governo de Donald Trump aplicando a Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sem citar o nome do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo pediu "anistia ampla, geral e irrestrita".

"Chegou a hora do Congresso agir. A anistia ampla, geral e irrestrita é urgente para restaurar a paz, devolver a liberdade aos perseguidos e mostrar ao mundo que o Brasil ainda acredita na democracia", diz trecho da nota.

Eduardo, que se mudou para os Estados Unidos em busca de sanções contra Moraes para livrar o pai, ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), da ação penal na qual é réu por golpe de Estado, afirmou ser "hora de virar a página" e atrelou as tarifas impostas por Trump a "sintoma" de "país isolado e em conflito com próprios cidadãos".

"A Tarifa-Moraes, de 50%, é só um sintoma do que se tornou o país: isolado e em conflito com seus próprios cidadãos. Precisamos reconstruir pontes, não muros. Não se trata de vingança, mas de justiça. Não se trata de política, mas de dignidade. É hora de virar a página, JUNTOS!", escreveu.

Em outra publicação, com uma imagem criada por inteligência artificial de um porta-aviões americano em um lago, ao lado do Congresso Nacional, o deputado afirma que "o porta-aviões chegou ao Lago Paranoá".

A publicação faz referência a uma entrevista que Moraes deu ao jornal norte-americano The New Yorker em abril. Minimizando os processos norte-americanos de que é alvo, o magistrado disse "podem instaurar processos, podem pôr o Trump a falar", e completou "se enviarem um porta-aviões, então veremos. Se o porta-aviões não chegar ao Lago Paranoá, não vai influenciar a decisão aqui no Brasil".

Estadão
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