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Política

Dilma empossa novos ministros dos Transportes e de Portos

26 jun 2014 - 20h29
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Dilma empossa Paulo Sérgio Passos como novo ministro dos Transportes; à esquerda, César Borges, novo titular de Portos
Dilma empossa Paulo Sérgio Passos como novo ministro dos Transportes; à esquerda, César Borges, novo titular de Portos
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

Um dia após fazer mudanças ministeriais por pressão política do Partido da República (PR), a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira que seus ministros dos Transportes e de Portos são “técnicos altamente competentes”. César Borges, que sai de Transportes e assume Portos, na verdade, tem histórico político e não carreira na área logística.

“Eu queria dizer que são três técnicos altamente competentes, três servidores públicos, três cidadãos cuja eficiência e ética são notórios. São a linha de frente do meu governo num trabalho que está transformando o Brasil num país mais competitivo. Conto com eles e desejo um bom trabalho”, afirmou a presidente, referindo-se a Paulo Sérgio Passos, ministro que reassume os Transportes, César Borges, que foi deslocado para a Secretaria de Portos, e Antônio Henrique da Silveira, que caiu do posto de ministro para o de secretário-executivo, o segundo na linha hierárquica de um ministério.

Ontem, a presidente tirou Borges do Ministério dos Transportes por pressão da legenda do próprio ministro, que não se sentia representada no ministério. O PR, legenda a qual César Borges é filiado, ameaçou tirar apoio da campanha de Dilma à reeleição se não houvesse mudança no ministério. O apoio do partido implica em mais tempo de televisão na campanha encabeçada pelo PT à reeleição.

Apesar de a presidente Dilma fazer afagos a Borges como técnico, ele foi já havia sido governador da Bahia entre 1998 a 2002. Foi durante sua gestão que a Ford decidiu implantar uma fábrica em Camaçari. Borges foi senador até 2010, quando não conseguiu se reeleger. Isto é, não tem histórico técnico na área de transportes.

Paulo Sérgio Passos deixou o Ministério dos Transportes em abril do ano passado também por pressão do PR. Por ter confiança da presidente Dilma Rousseff, ele ocupava o cargo de presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL).

Interlocutor político importante da Presidência da República, o ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, naturalizou a mudança ministerial por pressão partidária. “Acho que isso faz parte do nosso processo sempre”, disse. “No nosso sistema de aliança, isso faz parte.

Fonte: Terra
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