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Política

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Alcolumbre sobe o tom e diz que pedido de CPI do Master é para fazer palanque eleitoral

2 jun 2026 - 18h03
(atualizado às 18h16)
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Alcolumbre recebe representantes das entidades na tarde desta terça-feira, 26
Alcolumbre recebe representantes das entidades na tarde desta terça-feira, 26
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado / Estadão

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), subiu o tom nesta terça-feira, 2, e criticou as pressões que tem sofrido para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as fraudes no Banco Master. 

"Passei quatro horas sendo agredido na sessão do Congresso, da direita para esquerda, por que não li o requerimento de CPMI do Banco Master. Meu amigo, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça brasileira, está todo mundo investigando isso. Não sei quem é o culpado, se é o Banco Central, se são as pessoas que fizeram errado, se é a Comissão de Valores Mobiliários", declarou Alcolumbre, batendo na mesa.

"Querem mais uma CPI para fazer palanque eleitoral", falou. "Não é para passar o Brasil a limpo. É para fazer campanha", continuou.

Alcolumbre afirmou que a CPI beneficiaria "ou a esquerda ou a direita", mas não o Brasil. Disse ainda que "o País está em eleição desde a última eleição" e que os parlamentares têm usado seus mandatos para angariar curtidas nas redes sociais.

Estadão
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