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Polícia

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'Rei da Sucata', suspeito de lavagem de dinheiro para o tráfico, é preso em shopping de luxo de SP

Indícios são de que ele usava empresa do setor de fundição de metais não ferrosos para movimentar recursos do crime; defesa não foi localizada pela reportagem

8 nov 2026 - 15h50
(atualizado às 17h49)
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Resumo
Rodrigo Leonardo de Lima Alcântara, o "Rei da Sucata", foi preso em um shopping de luxo em São Paulo. Alvo da Operação Contenção e listado na Difusão Vermelha da Interpol, ele é acusado de lavar dinheiro do tráfico de drogas por meio de uma empresa de fundição de metais. A captura, articulada entre autoridades de SP, RJ e MG, cumpriu dois mandados de prisão expedidos pela Justiça mineira e fluminense contra o suspeito, que foi encaminhado à delegacia sem oferecer resistência.
Suspeito tinha mandados em aberto no Rio e em Minas; defesa não foi localizada
Suspeito tinha mandados em aberto no Rio e em Minas; defesa não foi localizada
Foto: Reprodução/PCERJ / Estadão

Rodrigo Leonardo de Lima Alcântara, conhecido como "Rei da Sucata" e investigado por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado à organização criminosa, foi preso na noite de sábado, 7, em uma loja do Shopping Cidade Jardim, na zona oeste da capital paulista. A defesa de Alcântara não foi localizada pela reportagem.

De acordo com as investigações, o suspeito, de 45 anos, utilizava uma empresa do setor de fundição de metais não ferrosos para movimentar recursos provenientes do tráfico de drogas. A prisão é um desdobramento das investigações da Operação Contenção, deflagrada em maio.

Ele foi encontrado dentro da loja Cartier e não resistiu à prisão.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, que participou das investigações, o homem era procurado em razão de dois mandados de prisão. Havia um mandado expedido pela Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte e, no Rio de Janeiro, havia o mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da capital fluminense.

O foragido também estava incluído na Difusão Vermelha da Interpol. O trabalho de inteligência e monitoramento envolveu autoridades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O investigado foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia de Capturas, do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE), da Polícia Civil paulista, onde foram adotadas as providências legais.

Estadão
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