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Polícia

PR: Justiça nega pedido de prisão e mantém ex-chefe de UTI em liberdade

Virgínia Soares de Souza foi solta no dia 20 de março, depois de passar 30 dias em prisão temporária

3 abr 2013 - 18h29
(atualizado às 18h29)
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 Médica chefe da UTI do hospital Evangélico, Virgínia Helena Soares de Souza, sendo conduzida por policiais
Médica chefe da UTI do hospital Evangélico, Virgínia Helena Soares de Souza, sendo conduzida por policiais
Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo / Futura Press

Em despacho publicado nesta quarta-feira, o juiz da Segunda Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, Daniel Surdi de Avelar, indeferiu o recurso apresentado pelo Ministério Público do Estado contra a liberdade provisória concedida à médica Virgínia Soares de Souza, ex-chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Geral do Hospital Evangélico de Curitiba, que responde na Justiça por sete homicídios duplamente qualificados que teriam sido cometidos na UTI do hospital.

Solta no dia 20 de março, depois de passar 30 dias em prisão temporária, Virgínia é acusada de comandar um grupo de oito profissionais de saúde que antecipavam os óbitos de pacientes internados em estado grave na UTI Geral do Hospital Evangélico para liberar leitos para novos pacientes.

Tão logo teve a liberdade provisória decretada, o Ministério Público recorreu da decisão, alegando que a prisão da médica era necessária para o prosseguimento das investigações por conta do risco de ela intimidar testemunhas, na maioria seus subordinados no hospital. Entendendo que a médica está cumprindo as exigências da liberdade provisória, mantendo-se afastada de atividades em UTI, longe das testemunhas, com endereço fixo na cidade e apresentando-se ao Tribunal com frequência, o juiz indeferiu o novo pedido de prisão. 

Fonte: Especial para Terra
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