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Mulher tenta defender marido e morre atingida por taco de sinuca no Maranhão

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima e a encaminhou para atendimento hospitalar, mas ela não resistiu aos ferimentos.

5 out 2026 - 10h55
(atualizado às 11h52)
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Resumo
Duas mulheres foram assassinadas em circunstâncias violentas. No Maranhão, Hélia das Chagas Barbosa morreu após ser agredida com um taco de sinuca na cabeça ao tentar defender o marido durante uma discussão; o suspeito, Jardel dos Santos Brito, foi preso. Já no Noroeste Fluminense, Jocilerne Oliveira foi morta a tiros dentro de uma igreja pelo ex-companheiro, contra quem já tinha medida protetiva. O homem foi preso em flagrante por feminicídio. Ambos os casos estão sob investigação policial.

Uma discussão durante um jogo de sinuca terminou com a morte de Hélia das Chagas Barbosa, na região de Lagoa Verde, em Imperatriz, no Maranhão. Ela foi atingida na cabeça por um taco ao tentar defender o marido, no sábado, 3 de outubro, segundo informações policiais.

Hélia das Chagas Barbosa teve a morte constatada ainda no local do crime.
Hélia das Chagas Barbosa teve a morte constatada ainda no local do crime.
Foto: Reprodução/TV Mirante / Portal de Prefeitura

O suspeito, identificado como Jardel dos Santos Brito, discutia com o companheiro da vítima. Durante a confusão, o marido de Hélia teria sido agredido com um taco. Ela interveio e também foi atingida.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a mulher e a encaminhou para atendimento hospitalar, mas ela não resistiu aos ferimentos.

Após a confirmação da morte, policiais militares receberam informações sobre a localização do suspeito. Ele foi encontrado em uma residência e conduzido ao Plantão Central de Imperatriz.

As circunstâncias que deram início à discussão e a dinâmica completa da agressão deverão ser esclarecidas pela investigação.

Outro crime

Jocilerne Oliveira, de 49 anos, foi morta com um tiro na cabeça enquanto participava de um culto na Assembleia de Deus, no distrito de Três Irmãos, em Cambuci, no Noroeste Fluminense. O crime aconteceu na noite de sexta-feira, 25 de setembro.

Segundo a Polícia Civil, o principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, contra quem ela já possuía uma medida protetiva. Ele teria entrado no templo durante a celebração e efetuado o disparo. Jocilerne morreu no local.

Após buscas realizadas por equipes do 36º Batalhão de Polícia Militar, o homem foi encontrado em uma residência na localidade de Funil, também em Cambuci. Ele foi levado à delegacia e preso em flagrante por feminicídio. A prisão foi formalizada na 136ª DP, em Santo Antônio de Pádua.

Testemunhas relataram a veículos locais que o suspeito usava um capacete ao entrar na igreja, informação ainda não confirmada oficialmente pela Polícia Civil.

A investigação também apura as circunstâncias relacionadas à medida protetiva. Não foram divulgados detalhes sobre quando ela foi concedida ou possíveis descumprimentos anteriores. Segundo relatos, Jocilerne estava acompanhada de familiares e outros fiéis no momento do ataque.

Portal de Prefeitura
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