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Polícia

Líder de greve da PM na Bahia 'comemora' 11 anos de expulsão

9 jan 2013 - 21h58
(atualizado às 22h01)
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Em tom de protesto, o ex-soldado da PM Marco Prisco comemorou nesta quarta-feira, na capital baiana, 11 anos de sua expulsão da corporação. Eleito vereador em Salvador pelo PSDB, Prisco foi desligado da Polícia Militar depois de ser acusado de liderar a greve da PM na Bahia em 2001.

Prisco foi expulso da PM depois de ser acusado de liderar a greve da corporação na Bahia em 2001
Prisco foi expulso da PM depois de ser acusado de liderar a greve da corporação na Bahia em 2001
Foto: Luciano da Mata/Ag. A Tarde / Futura Press

O ato, que ocorreu na Assembleia Legislativa, teve a presença de colegas da Polícia Militar e um bolo decorado com processos na Justiça relacionados à expulsão.

No início de 2012, Prisco ficou preso por 43 dias, acusado de liderar a greve dos policiais militares da Bahia ocorrida em fevereiro. No movimento, os grevistas acamparam em frente à Assembleia Legislativa em Salvador e posteriormente ocuparam o prédio. Cerca de 10 mil PMs, de um contingente de 32 mil homens, aderiram ao movimento. A paralisação provocou uma onda de violência na capital e região metropolitana, dobrando o número de homicídios em comparação ao mesmo período do ano anterior, além do aumento de saques e arrombamentos.

A paralisação, que terminou 12 dias depois, servia para reivindicar a criação de um plano de carreira para a categoria, além do pagamento da Unidade Real de Valor (URV), adicionais de periculosidade e insalubridade, gratificação de atividade policial incorporada ao soldo, anistia, revisão do valor do auxílio-alimentação e melhores condições de trabalho, entre outros pontos.

Fonte: Terra
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