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Grupo que defende menino suspeito de chacina em SP marca protesto

Página chamada Não foi o Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini tinha mais de 23 mil curtidas

15 ago 2013
15h07
atualizado às 15h18
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Um grupo que defende a inocência do menino Marcelo Eduardo Pesseghini, 13 anos, apontado como o principal suspeito de ter matado seus pais, a avó e a tia e cometido suicídio na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo, criou uma página na rede social Facebook e marcou um protesto para a próxima sexta-feira. A página, chamada Não foi o Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, tinha mais de 23 mil curtidas nesta quinta-feira.

Segundo os organizadores, a manifestação ocorrerá às 18h, em frente ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo
Segundo os organizadores, a manifestação ocorrerá às 18h, em frente ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo
Foto: Facebook / Reprodução

Segundo os organizadores, a manifestação ocorrerá às 18h, em frente ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo. "Vamos TODOS DE BRANCO e vamos fazer tudo sem violência", pediu o grupo. Até o momento, mais de 300 pessoas confirmaram presença no ato.

Chacina de família desafia polícia em São Paulo
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.

A investigação descartou que o crime tenha sido um ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na tia-avó e cometido suicídio.

A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa.

Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.

Fonte: Terra
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