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SP: 4 testemunhas são ouvidas pela polícia em inquérito sobre chacina

12 ago 2013
20h27
atualizado às 20h30
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Além de Sebastião de Oliveira Costa, tio da cabo da Polícia Militar Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, morta em uma chacina na última segunda-feira junto de seu marido, o sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luis Marcelo Pesseghini, o filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos - apontado como autor das mortes -, sua mãe, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e sua tia, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos, mais três pessoas foram ouvidas pela Polícia Civil nesta segunda-feira, no inquérito que apura a morte  o caso.

Segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Sebastião apresentou nesta segunda-feira uma chave, envolta em papel amassado. O objeto foi encaminhado à perícia.

Com os quatro depoimentos colhidos nesta segunda-feira, o número de pessoas ouvidas pela polícia chegou a 22. Depuseram hoje um estudante de 13 anos, colega de turma de Marcelo, a mãe do garoto, e também um integrante da Polícia Militar, amigo do sargento da Rota.

Chacina de família desafia polícia em São Paulo
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.

A investigação descartou que o crime tenha sido um ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na tia-avó e cometido suicídio. A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa.

Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.

Fonte: Terra
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