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Chacina em SP: PM investiga suspeitos de convidar policial a roubar caixas

15 ago 2013
08h36
atualizado às 08h38
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A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo afirmou que investigará os policiais militares suspeitos de terem convidado a cabo Andreia Regina Bovo Pesseghini, 36 anos - que foi morta com a família no dia 5 de agosto -, a participar de roubos de caixas eletrônicos. Na terça-feira, o deputado estadual e major da PM Olímpio Gomes (PDT) informou à Corregedoria sobre o convite recebido por Andreia. A policial denunciou os colegas ao então comandante de seu batalhão, o capitão Fábio Paganoto, mas ele foi transferido após começar a investigar o caso. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

<p>A PM Andreia Regina Bovo Pesseghini com o filho, Marcelo Eduardo</p>
A PM Andreia Regina Bovo Pesseghini com o filho, Marcelo Eduardo
Foto: Facebook / Reprodução

A PM afirmou que a transferência do capitão Paganoto não tem "qualquer relação com a suposta denúncia" feita por Andreia. Ela foi assassinada na casa onde morava, na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, junto do marido, o sargento da PM Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos; do filho, o estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos; da mãe, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos; e da tia, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos. A Polícia Civil, que investiga as mortes, acredita que o principal suspeito é o filho dos PMs, Marcelo, que teria matado a família e cometido suicídio.

Chacina de família desafia polícia em São Paulo
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.

A investigação descartou que o crime tenha sido um ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na tia-avó e cometido suicídio. A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa.

Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.

Fonte: Terra
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