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Polícia

Ex-universitários são condenados por estuprar colega em república

25 mar 2009 - 13h15
(atualizado às 13h32)
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Rose Mary de Souza

Direto de Campinas

Dois ex-universitários foram condenados a sete anos e seis meses de prisão por estuprar uma colega na república Capela, bairro Chácara Primavera, em Campinas (SP). O caso aconteceu em 8 dezembro de 2004 e o processo corre em segredo de Justiça.

Um terceiro acusado pelo envolvimento no estupro foi absolvido por falta de provas. Segundo os autos do processo, a estudante passou por exames no Instituto Medico Legal (IML) de Campinas e em uma clínica particular em São Paulo, onde foi comprovada a violação sexual.

Os três chegaram a ficar presos por alguns dias em abril de 2005, mas respondiam ao inquérito em liberdade. Contra a sentença de condenação ainda cabe recurso na 2ª Vara Criminal de Campinas.

Denúncia

Segundo informações divulgadas na época da denúncia, os envolvidos eram matriculados na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas) e tinham idade entre 20 a 25 anos. A vítima tinha 24 anos e cursava o 3º ano de Arquitetura e Urbanismo, o mesmo curso de dois deles. O terceiro fazia Jornalismo.

A jovem registrou um boletim de ocorrência no 7º Distrito Policial dois dias depois de participar de uma festa de confraternização em uma chácara, no distrito de Barão Geraldo. De acordo com a queixa, a estudante ingeriu uma bebida oferecida pelos três estudantes e se sentiu mal. Eles ofereceram a ela uma carona.

Ela relatou à policia, na ocasião, que só acordou na manhã seguinte na república Capela, sem roupas, com hematomas, arranhões pelo corpo e sem lembrar sobre o que havia ocorrido. Antes, porém, de formalizar um boletim de ocorrência, a estudante chegou a gravar conversas telefônicas com os rapazes. A moça questionou sobre o final da festa, já que não se recordava, e eles falaram que lhe "deram um banho".

Fotos

Com um mandado de busca e apreensão, a polícia apreendeu um computador onde foram encontradas fotografias de festas dos estudantes. As imagens mostravam a estudante sentada, desacordada, seminua e os três rapazes consumindo lança perfume e fumando um suposto cigarro de maconha, também seminus.

No decorrer das investigações, foram ouvidas várias pessoas, entre estudantes e professores, que participaram ou não da festa .A jovem pediu transferência da universidade e se mudou da cidade. A PUC de Campinas informou que nenhum dos envolvidos está matriculado na instituição. Não foram localizados os representantes dos acusados.

Fonte: Especial para Terra
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