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Consultoria de Youssef era usada para lavagem de dinheiro

17 abr 2014
10h28
atualizado às 10h28
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O doleiro Alberto Youssef é acusado pela Polícia Federal de montar um esquema para intermediar dinheiro oriundo de propinas de obras da Petrobras e as repassar a empresas como a Labogen e a Piroquímica Comercial. A Labogen chegou a firmar contrato com o Ministério da Saúde em dezembro passado e era operada por Leonardo Meirelles, apontado como um dos dois principais laranjas subordinados ao doleiro. A MO Consultoria, controlada pelo doleiro, receberia a propina e a repassaria às demais empresas. As informações são do jornal O Globo.

Segundo as investigações da PF, foram identificadas transações no mercado negro de câmbio entre as duas empresas e a MO Consultoria. As importações fraudulentas da Labogen identificadas pela PF superam US$ 2 milhões. Os investigadores apontam que a Labogen e Piroquímica simulavam contratos de comércio exterior com cinco offshores: DGX Import & Export Limited, a RFY Import & Export Limited, Legend Win Enterprises Limited, Sanco Trading Limited, Asia Wide Engineering Limited. As cinco eram usadas para fechar contratos de câmbio fraudulentos e operar contas no exterior e, ao mesmo tempo, permitir o ingresso fraudulento no Brasil de divisas.

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Fonte: Terra
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