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Polícia

Caso Joaquim: delegado diz não acreditar em versão de padrasto

11 nov 2013 - 15h58
(atualizado às 15h58)
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Garoto foi encontrado morto após cinco dias de busca em um rio da região
Garoto foi encontrado morto após cinco dias de busca em um rio da região
Foto: Facebook / Reprodução

O delegado Paulo Henrique Martins, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto (SP), declarou nesta segunda-feira que não acredita em uma das declarações dadas por Guilherme Raymo Longo, padrasto do menino Joaquim Pontes Marques, 3 anos, encontrado morto em um rio na cidade de Barretos neste domingo.

Segundo a versão dado por Guilherme, no dia em que Joaquim desapareceu, ele teria saído para comprar drogas. "Ele é usuário, dependente, mas não acredito nessa versão dele de que ele tenha saído da casa com a finalidade para comprar drogas(...). Indícios que a gente tem é de que, quando ele saiu da residência, saiu com Joaquim”, falou o delegado.

De acordo com a polícia, a linha de investigação é a mesma desde o desaparecimento do menino, na terça-feira da semana passada. “O que a gente sabe é aquilo que estamos investigando desde o início: a residência não tinha sinais de arrombamento e o casal estava dentro da casa. Estamos dependendo agora do resultado das perícias”, falou.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe, Natália Mingoni Ponte,  e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. Ontem, um novo pedido foi feito após o corpo ter sido encontrado e, dessa vez, acatado pelo juiz. Para o delegado, divergências nas declarações dos dois os colocaram como principais suspeitos no caso. “As palavras da mãe divergem em alguns comportamentos do padrasto”, falou Paulo Henrique Martins.

<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/brasil/infograficos/criancas-homicidios/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/brasil/infograficos/criancas-homicidios/iframe.htm">veja o infográfico</a>

Além das divergências, outra evidência apontou para a partição do padrasto do menino no suposto crime: na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto, levando os investigadores até o córrego Tanquinho, que desagua exatamente no Rio Pardo, onde o corpo foi encontrado.

A polícia agora tenta descobrir a motivação do crime, antes do término da prisão temporária do casal, que expira em 30 dias. “Vamos terminar as diligências, ouvir algumas pessoas, para depois realizar a oitiva dos dois suspeitos para que possamos finalizar o caso antes do término do prazo de 30 dias", disse.

Foto: Terra

Fonte: Terra
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