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Dino é hostilizado em avião a caminho de Brasília antes de julgamento de Bolsonaro, diz assessoria

Mulher gritou que 'não respeita essa espécie de gente' e que o 'avião estava contaminado'

2 set 2025 - 08h47
(atualizado às 08h58)
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Resumo
O ministro do STF Flávio Dino foi hostilizado em um voo para Brasília por uma mulher que gritou ofensas e tentou incitar rebelião a bordo; a Polícia Federal foi acionada e medidas foram adotadas.
Ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino vai às redes sociais em defesa da Corte
Ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino vai às redes sociais em defesa da Corte
Foto: WILTON JUNIOR/Estadão / Estadão

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi hostilizado dentro do avião que o levou de São Luís, no Maranhão, para Brasília na segunda-feira, véspera do início da reta final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, que começa nesta terça, informou a assessoria do magistrado.

"O ministro Flávio Dino estava sentado e trabalhando, de cabeça baixa, aguardando a decolagem do voo São Luís-Brasília na tarde desta segunda-feira (1), quando uma mulher, aos gritos, embarcou e iniciou uma série de agressões contra o ministro. A passageira em questão gritava que 'não respeita essa espécie de gente' e que o 'avião estava contaminado'", disse a assessoria de Dino.

"A mulher tentou avançar em direção ao local de assento do ministro, sendo contida pela intervenção de um segurança, que se colocou entre ambos. Ressalte-se que a passageira também gritava frases como 'o Dino está aqui', apontando para o ministro, em clara tentativa de incitar uma espécie de rebelião a bordo. A mulher somente cessou sua conduta após ser advertida pela aeromoça chefe de cabine."

Segundo a nota da assessoria do ministro, a Polícia Federal foi acionada e um agente chegou a embarcar na aeronave. O comunicado afirma ainda que Dino lamenta o incidente e que "medidas cabíveis foram tomadas pelas autoridades competentes", sem entrar em detalhes.

Dino é um dos cinco ministros da Primeira Turma do STF, que nesta terça começa a reta final do julgamento de Bolsonaro e de outras sete pessoas por tentativa de golpe de Estado após a derrota eleitoral de Bolsonaro para o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.

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