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Tiroteio na Vila Leopoldina termina com um suspeito morto e dois presos em SP

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, suspeitos faziam parte de uma quadrilha especializada em furtos e roubos a residências; ação ocorreu na rua Carlos Weber

29 out 2026 - 21h14
(atualizado às 21h21)
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Resumo
Uma operação da Polícia Civil contra roubos a residências terminou em tiroteio na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, deixando um suspeito morto, dois presos e um pedestre ferido. O confronto ocorreu na Rua Carlos Weber durante a tentativa de interceptar os criminosos em fuga, que reagiram a tiros. Conduzida pelo Deic, a investigação aponta que o grupo criminoso é responsável por pelo menos sete assaltos patrimoniais na capital paulista.

Uma operação da Polícia Civil contra uma quadrilha especializada em furtos e roubos a residências terminou em tiroteio na tarde desta quinta-feira, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. O caso aconteceu na rua Carlos Weber, uma via residencial do bairro e bastante movimentada. Um homem que passava pelo local na hora foi atingido.

De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-SP), policiais civis que já investigavam o grupo tentaram interceptar os suspeitos no momento em que eles fugiam de um imóvel. Segundo a pasta, os agentes foram recebidos a tiros e reagiram.

Tiroteio na Vila Leopoldina termina com um suspeito morto, dois presos e uma pessoa ferida.
Tiroteio na Vila Leopoldina termina com um suspeito morto, dois presos e uma pessoa ferida.
Foto: Reprodução/TV Globo / Estadão

Um suspeito foi baleado e encaminhado ao Hospital Universitário, mas não resistiu. Outros dois foram rendidos e presos na sequência.

Um vídeo gravado por uma testemunha, logo após a ocorrência, mostra três homens caídos no chão, de frente para a portaria de um prédio residencial, já sob o controle dos agentes.

As investigações contra a quadrilha são conduzidas pela 4ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

"Até o momento, o grupo é relacionado a pelo menos sete crimes patrimoniais", informou a pasta.

Estadão
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