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Suspeitos por morte de Orelha, adolescentes tentaram afogar outro cachorro em SC; pais são indiciados

A morte do cão Orelha, que vivia há 10 anos em Praia Brava, gerou comoção nas redes sociais

27 jan 2026 - 15h54
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Resumo
Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha em SC também tentaram afogar outro animal, enquanto seus pais foram indiciados por coação; investigação segue com apreensão de dispositivos e análise de atos infracionais.
Orelha era um dos cães mascotes da região da Praia Brava, em Florianópolis
Orelha era um dos cães mascotes da região da Praia Brava, em Florianópolis
Foto: Reprodução/Redes sociais

Os quatro adolescentes suspeitos de terem torturado e causado a morte do cão Orelha, em Praia Brava, em Florianopólis (SC), também teriam tentado afogar um outro cachorro da comunidade. A informação foi divulgada pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, que adotou o Caramelo, sobrevivente dos maus-tratos. 

Por serem menores de idade, a conduta dos adolescentes está sendo analisada como ato infracional pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE). Ao mesmo tempo, foi instaurado um inquérito policial para apurar a conduta dos pais dos envolvidos, suspeitos de terem coagidos testemunhas. 

A Polícia Civil atualizou, nesta terça-feira, 27, que um advogado e dois empresários, familiares dos adolescentes, após serem interrogados pela Delegacia de Proteção Animal (DPA), foram indiciados pelo crime de coação no curso do processo. O inquérito policial foi remetido ao Fórum. 

Aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos dos suspeitos também foram apreendidos em buscas nas casas dos adolescentes e seus responsáveis e passarão por análise. 

Relembre o caso

O cão Orelha teria sido espancado por quatro adolescentes no início do ano. O cachorro, que vivia há pelo menos 10 anos na região da Praia Brava e era cuidado por moradores locais, precisou ser submetido a eutanásia após os veterinários não conseguirem salvá-lo. 

A comunidade da Praia Brava lamentou a morte do cão. "Orelha fazia parte do cotidiano do bairro há muitos anos e era cuidado de forma espontânea por pessoas da comunidade, tornando-se um símbolo simples, porém afetivo, da convivência e da relação de cuidado que muitos mantêm com o espaço e com os animais que ali vivem", descreveu a Associação dos Moradores da Praia Brava.

Nas redes sociais, o caso ganhou grande repercussão. No domingo, 25, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, havia prometido que a investigação acerca das agressões que provocaram a morte do cão Orelha teriam “novidades nos próximos dias”.

Fonte: Portal Terra
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