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Suspeitos de matar jovem com tiro na cabeça na frente do pai e do namorado dela em SP são presos

Crime ocorreu em novembro do ano passado. Beatriz Munhoz morreu durante assalto em Sapopemba. Ela foi atraída ao local por bandidos que fingiram interesse em comprar um drone

26 fev 2026 - 17h01
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A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira, 26, dois homens suspeitos de envolvimento no latrocínio que resultou na morte de Beatriz Munhoz, em Sapopemba, na zona leste de São Paulo. O crime ocorreu em novembro do ano passado.

A jovem, de 20 anos, saiu de Sorocaba acompanhada do pai e do namorado, para vender um drone a um suposto comprador. Ao chegarem ao local combinado, foram surpreendidos por criminosos que anunciaram o assalto. Beatriz reagiu e utilizou gás de pimenta, mas foi atingida por disparos na cabeça e morreu no local.

Beatriz Munhos, 20 anos, foi morta em assalto em Sapopemba, após levar um tiro na cabeça
Beatriz Munhos, 20 anos, foi morta em assalto em Sapopemba, após levar um tiro na cabeça
Foto: Reprodução/Instagram / Estadão

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), um dos presos nesta quinta-feira é apontado como articulador e mentor do crime. De acordo com as investigações, o suspeito, de 26 anos, foi responsável por manter contato com a vítima, demonstrar interesse pelo drone e agendar o encontro para a entrega do produto.

O outro detido, que não teria participação direta no latrocínio, conforme a SSP-SP, é investigado por envolvimento com a mesma quadrilha. Além deles, outros dois homens já haviam sido presos no ano passado — eles são apontados como o atirador e o motociclista que conduzia a moto utilizada no crime.

O primeiro envolvido foi detido dois dias após o crime e possuía três passagens anteriores por roubo. O segundo suspeito fugiu para a Bahia, foi identificado no curso das investigações e preso no Estado no dia 18 de novembro.

As identidades dos suspeitos não foram informadas e, por isso, não foi possível localizar as defesas.

As prisões desta quinta-feira foram realizadas por equipes da 8ª Cerco, a Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas.

De acordo com o delegado Guilherme Leonel, da 8ª Cerco, a quadrilha adotava um esquema para atrair vítimas a locais previamente definidos, sob o pretexto de negociar produtos anunciados na internet.

Ele afirmou que, com as prisões, a investigação sobre a morte de Beatriz Munhoz foi concluída. "Seguimos apurando o possível envolvimento dos detidos em outros roubos registrados na região", acrescentou.

Durante a operação, três celulares foram apreendidos e serão submetidos à perícia. O caso foi registrado como latrocínio e associação criminosa.

Estadão
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