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Sequestro no Rio: policiais entram em bar na Lapa, libertam reféns e prendem criminoso

Sequestro na região central do Rio se estendeu por cerca de oito horas. As duas últimas vítimas foram libertadas ilesas à noite após agentes especializados terem entrado no estabelecimento. Agressor teria brigado com dona do bar

29 nov 2019
17h02
atualizado às 23h02
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RIO - Após cerca de oito horas, acabou às 22h40 desta sexta-feira, 29, o sequestro de pessoas que eram mantidas reféns em um bar na Lapa (região central do Rio). Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entraram no estabelecimento comercial e conseguiram imobilizar o criminoso usando uma arma de choque. As duas últimas vítimas foram libertadas ilesas. Antes, o sequestrador havia liberado outras cinco pessoas.

Esquina entre as Ruas dos Inválidos e do Rezende, na Lapa, centro do Rio
Esquina entre as Ruas dos Inválidos e do Rezende, na Lapa, centro do Rio
Foto: Google Street View/Reprodução / Estadão

O sequestro começou às 14h45, quando o homem, armado com um facão, rendeu as sete vítimas dentro de um bar na Rua do Resende. A polícia não descarta que ele também estivesse com uma arma de fogo, mas até as 22h50 isso não havia sido esclarecido. Agentes do 5º Batalhão da Polícia Militar (Praça da Harmonia) e do Bope foram ao local para negociar a liberação dos reféns.

O agressor seria um ambulante que teria brigado com a dona do bar e estaria tentando se vingar, mas a polícia ainda não confirmou essa versão. "Tanto o nome dele quanto as circunstâncias que o levaram a fazer isso serão verificadas posteriormente", afirmou o coronel Fliess, que acompanhou a negociação. Várias vias no centro foram interditadas em decorrência da operação montada em função do sequestro.

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) confirmou no fim da tarde que três das sete pessoas feitas reféns são funcionárias da empresa, cuja sede fica próxima ao bar. Em nota, a EBC informou que "na tarde desta sexta-feira, 29, um homem invadiu um estabelecimento comercial localizado na Lapa, no Rio de Janeiro, onde manteve reféns. Três deles são empregados da EBC".

Estadão
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