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Rio Preto adota mosquitos com bactéria para reduzir casos de dengue

Método Wolbachia beneficia 157 mil moradores em dez regiões da cidade; liberação dos insetos começa em três meses

3 jul 2026 - 12h58
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O município de São José do Rio Preto (SP) passa a utilizar o Método Wolbachia como nova estratégia para o controle da dengue. O anúncio ocorre nesta terça-feira (30) e envolve a liberação de mosquitos Aedes aegypti infectados com uma bactéria que impede a transmissão de doenças.

Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra / TerrAI

A tecnologia utiliza insetos que carregam a bactéria Wolbachia, presente na natureza e inofensiva aos humanos. Quando esses mosquitos, apelidados de "Wolbitos", se reproduzem, eles passam a bactéria para as próximas gerações. O microrganismo bloqueia a transmissão dos vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.

Onde os mosquitos atuam

A iniciativa, desenvolvida pela Wolbito do Brasil em parceria com a Fiocruz e o Ministério da Saúde, atinge dez áreas da cidade: Caic, Central, Cidade Jardim, Estoril, Maria Lúcia, Renascer, Santo Antonio, São Francisco, Vila Elvira e Vila Mayor. A estimativa é alcançar 157 mil pessoas.

Prazos e liberação

A soltura dos insetos começa daqui a três meses e ocorre semanalmente durante 26 semanas. Antes dessa fase, agentes comunitários de saúde realizam ações de educação e mobilização social nos bairros contemplados para orientar os moradores.

Cuidados com criadouros

O método já opera em outras 16 cidades do País. Em Niterói (RJ), a estratégia reduz os casos de dengue em até 89%. Apesar da introdução dos mosquitos com a bactéria, a Secretaria de Saúde orienta que a população mantenha a eliminação de recipientes que acumulam água, como pneus, garrafas e pratos de plantas, já que o método complementa, mas não substitui o controle de criadouros.

TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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