Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Operação da PF investiga desvios no INSS; deputada Gorete Pereira passa a usar tornozeleira

Operação Indébito cumpre mandados no Ceará e Distrito Federal contra esquema de descontos indevidos em aposentadorias

17 mar 2026 - 10h36
(atualizado às 10h39)
Compartilhar
Exibir comentários

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (17), a Operação Indébito, visando desarticular um esquema criminoso especializado em desvios de recursos de beneficiários do INSS. Entre os alvos das medidas cautelares está a deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE), que, por determinação do ministro do STF André Mendonça, passou a ser monitorada por tornozeleira eletrônica.

A ação é um desdobramento da Operação Sem Desconto e investiga a prática de descontos não autorizados em pensões e aposentadorias em âmbito nacional. Ao todo, agentes da PF e auditores da Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriram 19 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva.

Prisões e envolvidos

Durante a ofensiva, foram presos:

Natjo de Lima Pinheiro: Empresário apontado como beneficiário de cerca de R$ 400 mil oriundos do esquema.

Cecília Rodrigues Mota: Advogada e ex-presidente de associações de aposentados (Aapen e AAPB), descrita como uma das operadoras financeiras das fraudes.

As investigações apontam que a deputada Gorete Pereira teria participação ativa na estrutura criminosa. Segundo a PF, a parlamentar teria recebido recursos desviados e utilizado empresas em nome de terceiros ("laranjas") para ocultar a movimentação do dinheiro e facilitar as operações ilícitas ligadas à associação Aapen.

Crimes investigados

O objetivo da Operação Indébito é detalhar o funcionamento da organização criminosa e interromper a dilapidação patrimonial dos envolvidos. A lista de crimes investigados inclui:

Inserção de dados falsos em sistemas oficiais;

Estelionato previdenciário;

Organização criminosa;

Ocultação de bens (lavagem de dinheiro).

As ordens judiciais, expedidas pelo Supremo Tribunal Federal, buscam consolidar as provas sobre como associações de fachada eram utilizadas para realizar descontos indevidos diretamente na folha de pagamento de idosos e pensionistas em todo o país.

Porto Alegre 24 horas
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade