Mulher em trabalho de parto é agredida pelo ex-companheiro dentro do Husm em Santa Maria
Vítima de 43 anos foi atingida no rosto por aparelho celular no Centro Obstétrico; agressor cumpre pena no semiaberto e fugiu do local
Uma gestante de 43 anos foi agredida no rosto com um celular pelo ex-companheiro no Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Santa Maria, na quarta-feira (26). O agressor, de 38 anos, cumpre pena em regime semiaberto e fugiu do local antes da chegada da Brigada Militar. A equipe médica prestou apoio à vítima, que solicitou novas medidas protetivas de urgência. O caso foi registrado como violência doméstica, e a Polícia Civil notificará a Justiça para avaliar a regressão da pena do suspeito.
Uma gestante de 43 anos, moradora de Jaguari, foi agredida pelo ex-companheiro enquanto aguardava o trabalho de parto no Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), na quarta-feira (26). A Brigada Militar foi acionada para atender a ocorrência e encontrou a mulher com ferimentos na região de um dos olhos.
De acordo com a titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), delegada Elizabete Shimomura, o agressor, de 38 anos, foi até a unidade hospitalar e iniciou uma série de ofensas verbais contra a paciente. Ao pedir que o homem se retirasse da sala, a vítima foi golpeada no rosto com um aparelho celular. O suspeito, que cumpre pena em regime semiaberto em Jaguari, fugiu antes da chegada das viaturas policiais e ainda não foi localizado.
A vítima, que já havia tido medidas protetivas contra o ex-companheiro em 2024, solicitou nova ordem judicial de proteção de urgência durante o atendimento da ocorrência. O caso foi registrado como lesão corporal e injúria no âmbito da violência doméstica, e a Polícia Civil informará a Vara de Execuções Criminais sobre o episódio para que seja avaliada a regressão do regime prisional do apenado.
Em nota oficial, a direção do Husm informou que a equipe médica interveio no momento da agressão para resguardar a integridade física da paciente, prestando acolhimento clínico, psicológico e apoio do Serviço Social. O hospital repudiou o ato e reforçou o compromisso com a segurança e a assistência humanizada no ambiente de saúde.
COm informações: Diário SM
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