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Moradores do entorno de Mossoró temem encontrar com fugitivos: 'Assustado'

Buscas se concentram no entorno da cidade de Baraúna, a 22 quilômetros do presídio federal de Mossoró

25 fev 2024 - 23h17
(atualizado em 26/2/2024 às 09h43)
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Fugitivos de presídio de Mossoró abriram buraco na parede com auxílio de ferramenta
Fugitivos de presídio de Mossoró abriram buraco na parede com auxílio de ferramenta
Foto: Reprodução/Fantástico/TV Globo

A polícia intensificou as buscas pelos detentos Rogério Mendonça e Deibson Nascimento, fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. A operação consistente também na procura pelos carros usados na fuga. 

Os investigadores acreditam que os criminosos fugiram para o Ceará. Moradores do entorno de Mossoró e das proximidades estão com receio de encontrarem os fugitivos, segundo o Fantástico

Neste momento, a cidade de Baraúna, a 22 quilômetros do Presídio Federal de Mossoró, tem sido alvo de atenção dos investigadores. Segundo a polícia, eles ficaram em uma casa, pagando o valor de R$ 5 mil, na zona rural da região por sete dias e com redes para dormir. 

Uma espécie de banker foi encontrado no local. Existe a suspeita, que serviria para se esconder dos drones que detectam o calor humano. Os agentes encontraram ainda embalagens de comida, um facão e uma lona.

Veja alguns relatos de moradores: 

"Aí, eu disse: 'homem, mas não como. Esses homens não estão mais aqui nessa região. Esses homens tão é longe já'. Mas deixe, olha, do lado aqui de casa. Tá vendo?", disse, surpreso.

"Nós fica assustado. O cabra está deitado e vai encontrar um tiroteio de bala, como é que o cara escapa?", questiona o morador Ivaldo Moura.

"Ninguém sabe se estão por aqui, se não estão. Pode ter um confronto de bala, esse tipo de coisa, né? A gente teme a isso", confessa a moradora Maria José.

“Muitos moradores aqui da cidade está com medo. Qualquer barulhozinho à noite, já pensa que são eles. As pessoas: 'É os bandidos, é o pessoal que saiu, que fugiu da cadeia", conta, aflito, o morador da região, Expedito de Souza Filho.

O superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Norte, Péricles Santos acredita que a chuva dificultou as buscas, por ter apagado grande parte dos rastros.

"A gente tenta observar qualquer compartimento do veículo, onde possa existir alguém escondido, né? Abre porta-malas, caminhão baú, caminhonetas...", conta o superintendente.

Fonte: Redação Terra
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