Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Família de crianças vítimas de estupro coletivo soube do crime após divulgação de vídeo, diz polícia

Um adulto de 21 anos foi preso e três adolescentes foram apreendidos; um quarto menor segue foragido, informou a Polícia Civil

3 mai 2026 - 18h16
(atualizado às 18h17)
Compartilhar
Exibir comentários
Homem de 21 anos foi preso na Bahia suspeito de participar de estupro coletivo de duas crianças na zona leste de São Paulo
Homem de 21 anos foi preso na Bahia suspeito de participar de estupro coletivo de duas crianças na zona leste de São Paulo
Foto: Reprodução/Guarda Civil Municipal de Brejões / Estadão

A irmã de uma vítimas de estupro coletivo ocorrido em São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, foi a responsável por denunciar o caso, informou a Polícia Civil em coletiva de imprensa neste domingo, 3. As crianças vítimas do crime têm 7 e 10 anos. 

De acordo com as autoridades, a parente teria descoberto o crime após reconhecer o irmão em um vídeo do abuso que circulava nas redes sociais e, então, feito a denúncia à polícia. 

Um adulto, identificado como Alessandro Martins dos Santos, de 21 anos, foi preso em Brejões (BA) na sexta-feira, 1º. Outros três adolescentes suspeitos do crime também foram apreendidos, enquanto um quarto menor segue foragido. A polícia negocia com a família para que ele se entregue. 

Os cinco suspeitos deverão ser indiciados por estupro coletivo e divulgação de imagem de menor. Alessandro também deverá ser apontado por corrupção de menor. 

O crime aconteceu em uma comunidade no bairro União de Vila Nova, da Subprefeitura de São Miguel Paulista, no dia 21 de abril. A denúncia foi feita no dia 24. 

Delegada responsável pelo caso, Janaína da Silva Dziadowczyk afirma que a família foi pressionada pela comunidade para não denunciar. "Eles queriam resolver entre eles e não queriam que a polícia tomasse conhecimento."

"Quando a irmã viu o vídeo, identificou o irmão e registrou o boletim de ocorrência. Mas ela não tinha detalhes, não sabia o local. A família estava com medo. Todos saíram de lá. Teve gente que saiu com a roupa do corpo e deixou o imóvel sem nada lá. Foi uma dificuldade localizar essas vítimas."

A denúncia foi feita pela irmã do menino de 10 anos, cuja mãe é dependente química e não há outro responsável por sua guarda.

Comunidade na União de Vila Nova, bairro na Subprefeitura de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo.
Comunidade na União de Vila Nova, bairro na Subprefeitura de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo.
Foto: Reprodução/Google Street View / Estadão

O que ainda falta para concluir caso

A polícia não encontrou indícios de que o estupro tenha sido planejado, nem que o grupo atue como uma quadrilha. Também não identificou outros casos de abusos sexuais na comunidade.

Apesar disso, ainda aguarda o depoimento de Alessandro e quer realizar perícias em seu celular antes de concluir a investigação. Depoimentos de novas testemunhas podem ocorrer a partir disto.

Depois, haverá o indiciamento e o caso será encaminhado ao Ministério Público, órgão responsável por denunciar ou não o caso para Justiça.

Guarda municipal joga bicicleta de entregador em córrego em Mogi das Cruzes:

*Com informações de Estadão Conteúdo.

Fonte: Portal Terra
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra