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Polícia Militar faz operação para retirar barricadas do tráfico em Paraisópolis

Ação que contou com 60 policiais e 15 viaturas teve como um dos objetivos retirar barreiras que teriam sido colocadas por facção para bloquear vias da favela

3 mai 2026 - 19h09
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A Polícia Militar de São Paulo realizou neste domingo, 3, operação para retirar barricadas que teriam sido colocadas pelo tráfico de drogas na favela de Paraisópolis, zona sul da capital.

De acordo com nota divulgada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), a ação teve como foco o combate ao tráfico e a outras ações criminosas e "incluiu incursões em diferentes pontos da comunidade, patrulhamento ostensivo e atuação de equipes especializadas".

Ainda segundo a pasta, durante a operação, "foram retiradas barreiras físicas instaladas de forma irregular para bloquear vias, restabelecendo a circulação e o acesso em áreas da comunidade".

A operação ocorreu após uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada no sábado, 2, afirmar que o Primeiro Comando da Capital (PCC) vem implantando na comunidade amplo controle territorial com táticas atribuídas ao Comando Vermelho (CV), como a imposição de taxas a comerciantes, bloqueio de vias de acesso e fiscalização das atividades das organizações sociais.

A secretaria afirmou que a operação especial teve a participação de 60 policiais, 15 viaturas e drones, e promete manter a ação ao longo da semana.

A SSP disse ainda que as ações "integram um esforço contínuo que já apresenta resultados expressivos na região", citando a prisão de 291 suspeitos e a captura de 120 procurados pela Justiça entre janeiro e abril deste ano.

A pasta informou ainda que, no mesmo período, foram apreendidas 39 armas e mais de 1,1 tonelada de drogas.

A secretaria não informou se fez prisões ou apreensões na operação deste domingo. Informou apenas que a "presença policial em Paraisópolis é permanente e estruturada, com atuação baseada em inteligência e planejamento operacional" e que as ações das forças de segurança integram uma "estratégia contínua de ocupação e monitoramento, assegurando a presença do Estado em todo o território e a pronta resposta a qualquer atividade criminosa".

Estadão
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