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Crea visita pontos críticos de enchentes no Rio de Janeiro

19 dez 2013 - 21h34
(atualizado às 21h44)
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Na foto, as margens do Rio Meriti, Baixada Fluminense
Na foto, as margens do Rio Meriti, Baixada Fluminense
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Uma semana após as fortes chuvas no Estado do Rio de Janeiro, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia fluminense (Crea-RJ) decidiu visitar nesta quinta-feira os pontos mais críticos da região metropolitana. O objetivo da ação é fazer um levantamento detalhado dos problemas encontrados e apontar soluções sustentáveis. A partir desse trabalho, será elaborado um relatório, que será entregue ao governo do Estado, ao Ministério Público e às prefeituras dos municípios visitados.

O ponto de partida da ação foi a zona norte da capital fluminense, onde foram inspecionados três locais: o Mercado de São Francisco, na Penha; o rio Irajá e a comunidade Fazenda Botafogo, em Acarí. Depois, o grupo de técnicos seguiu para dois pontos da Baixada Fluminense: a Via Dutra e o Rio Botas, em Nova Iguaçu.

De acordo com o presidente do conselho, Agostinho Guerreiro, a equipe constatou problemas parecidos em todos os pontos inspecionados. "A maioria dos rios está assoreados. Algumas ações, como as ecobarreiras (redes colocadas nos rios para conter os resíduos sólidos), não estão funcionando, por falta de manutenção. A maioria está destruída. Muitas pontes impedem a passagem da água e, por isso, precisam ser reformuladas. Além disso, a ocupação desordenada e desrespeito ao código florestal. Constatamos topos de morros e áreas de encostas completamente desmatados", disse.

Por meio de nota, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informou que Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, já é beneficiada por um conjunto de intervenções de recuperação ambiental e combate às enchentes, em andamento desde 2007.

"Somente na primeira etapa de obras foram dragados 60 quilômetros de rios e canais, com a retirada de 5,58 milhões de toneladas de lama e lixo; reassentadas mais de 3 mil famílias que viviam em áreas de risco de inundação; implantados 14 quilômetros de vias marginais, com a instalação de oito parques fluviais nas áreas de risco de modo a evitar reocupações; plantadas 2,2 mil árvores; e construídas três pontes", diz a nota.

O Inea informou ainda que, no último dia 11, fez um trabalho de desassoreamento e dragagem do rio Botas, a pedido da prefeitura de Nova Iguaçu, a fim de evitar enchentes na região.

Agência Brasil Agência Brasil
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