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Contra chuva, Porto Alegre espera licitar até 2014 reforma de casas de bombas

Atuais estruturas não foram suficientes para escoar chuva acumulada na zona norte da capital gaúcha

11 nov 2013 - 14h54
(atualizado às 15h50)
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Motociclista enfrenta rua alagada em Porto Alegre
Motociclista enfrenta rua alagada em Porto Alegre
Foto: Daniel Favero / Terra

Construídas com o objetivo de agilizar o escoamento da água da chuva, as 19 casas de bombas em funcionamento em Porto Alegre (RS) não foram suficientes para evitar os alagamentos na zona norte da capital gaúcha nesta segunda-feira. O Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), porém, espera lançar até o início do ano que vem a licitação para a reforma e ampliação de 16 casas de bombas, o que, segundo o órgão, ajudaria a minimizar os transtornos da população.

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A medida é um dos projetos da prefeitura de Porto Alegre contemplados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) de prevenção contra desastres naturais, que garantiu à cidade R$ 237 milhões em recursos a fundo perdido. Das 16 casas de bombas reformadas, 13 terão sua capacidade ampliada. Todas passarão a contar com um gerador de energia próprio, para evitar interrupções por falta de luz.

De acordo com o DEP, outras duas casas de bombas estão em construção na cidade, que devem entrar em operação em seguida. A expectativa do órgão é que, uma vez lançada a licitação, a reforma nas demais casas tenha início "entre maio e junho, se tudo der certo".

De ontem para hoje, Porto Alegre acumulou o maior volume de chuva já registrado em um período de 24 horas em novembro, com 105,5 milímetros. Em um dia, choveu o volume esperado para todo o mês. Os temporais provocaram mais de 20 pontos de alagamento na cidade, sendo o pior deles no bairro Sarandi, na zona norte, onde o arroio Sarandi transbordou.

O DEP afirma que todas as sete casas de bombas que atendem a zona norte (3, 4, 5, 6, 9, 10, Vila Farrapos e Eng. Silvio Brum) funcionam normalmente, mas não conseguiram evitar os alagamentos. O órgão apontou como uma das causas o acúmulo de lixo em córregos. "O DEP executou, no primeiro semestre deste ano, a manutenção de todo o sistema de drenagem da região norte. Contudo, o excesso de chuva, aliado à quantidade de lixo e de resíduos lançados de forma irregular nos arroios - sobretudo no Sarandi - e nas bocas de lobo, concorreram para bloquear o escoamento das águas, agravando a situação", afirma em nota.

Fonte: Terra
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