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Bebê com doença genética rara depende de pesquisa para ter chance de tratamento

Giulia tem apenas 23 meses

24 abr 2026 - 15h54
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Giulia tem apenas 23 meses.

Ela sorri, reconhece as vozes dos pais e reage ao mundo ao seu redor.

Mas, desde muito cedo, a família recebeu um diagnóstico que mudou tudo.

Giulia nasceu com uma doença genética rara chamada Síndrome de Pallister-Killian (PKS).

Uma condição extremamente rara, com pouquíssimos casos diagnosticados no mundo, que afeta o desenvolvimento da criança — fala, movimento e interação.

Cada pequeno avanço é uma conquista

Hoje, tarefas simples podem se tornar grandes desafios.

Sustentar a cabeça.

Explorar o ambiente.

Evoluir no próprio ritmo.

Cada progresso é celebrado como uma vitória.

Mesmo diante das dificuldades, Giulia segue demonstrando força todos os dias.

Giulia tem uma doença rara
Giulia tem uma doença rara
Foto: Vakinha / Vakinha

Hoje não existe tratamento, mas existe um caminho

Atualmente, não há tratamento para a síndrome.

Mas existe uma possibilidade concreta de mudar esse cenário.

Os pais de Giulia estão tentando viabilizar uma pesquisa científica em parceria com o Dr. Alysson Muotri, cientista brasileiro e referência mundial em doenças neurológicas raras, na Universidade da Califórnia em San Diego.

O estudo já tem base científica e pode avançar.

O que falta, neste momento, é financiamento.

Pesquisa pode abrir caminho para tratamento inédito

Com os recursos necessários, a pesquisa pode começar.

E não apenas ajudar Giulia.

Mas também abrir possibilidades para outras crianças diagnosticadas com a mesma condição ao redor do mundo.

Sem esse apoio, o projeto segue parado.

E o tempo, nesse caso, faz toda a diferença.

Vakinha busca viabilizar estudo científico

Atualmente vivendo na França, a família — cuja mãe é de Curitiba (PR) — conta com o apoio do parceiro Erick Silva, que criou uma Vakinha para arrecadar os recursos necessários e tirar a pesquisa do papel.

A meta da campanha é de R$ 3.000.000.

O valor é alto porque envolve o financiamento de uma pesquisa científica completa, com estrutura laboratorial, equipe especializada e desenvolvimento de estudos voltados para uma doença extremamente rara.

Até o momento, a campanha ainda não recebeu doações.

Por isso, o apoio inicial é fundamental para que o projeto possa começar a sair do papel.

Como ajudar Giulia

A Vakinha foi criada para dar início a essa pesquisa e abrir uma possibilidade real de tratamento.

Cada contribuição, independentemente do valor, ajuda a dar os primeiros passos para que o estudo aconteça.

Além disso, compartilhar a campanha é essencial para ampliar o alcance e conectar a história da Giulia a mais pessoas.

Porque, neste momento, o maior desafio não é apenas continuar.

Vakinha
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