APAC emite alerta para calor intenso e baixa umidade do ar em regiões de Pernambuco; veja quais
De acordo com o órgão, uma massa de ar quente e seco está atuando na região central do estado e deve manter as temperaturas elevadas.
A Apac emitiu alerta de calor intenso e baixa umidade para o Agreste, Sertão e São Francisco até 4 de novembro, sob a influência de uma massa de ar quente e seco. As temperaturas devem superar 37 °C, com umidade entre 12% e 20%, exigindo cuidados como hidratação reforçada e menor exposição ao sol. O cenário é agravado pela previsão de calor acima da média no último trimestre devido ao fenômeno El Niño, aumentando o risco de estiagem severa com fortes impactos na agricultura e na pecuária.
A previsão do tempo da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) indica temperatura acima de 37°C e umidade entre 12% e 30% nas seguintes regiões:
- Agreste
- São Francisco
- Sertão
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De acordo com o órgão, uma massa de ar quente e seco está atuando na região central de Pernambuco e deve manter as temperaturas elevadas pelo menos até o dia 4 de novembro, sem descartar a continuidade dessas condições.
Nas regiões do Oeste Agreste, Sertão Pernambucano e São Francisco Pernambucano, as temperaturas podem ultrapassar os 37 °C. Os índices podem variar entre 12% e 20%, níveis que exigem cuidados redobrados com a saúde.
Diante desse cenário, a APAC emitiu aviso de baixa umidade do ar para o período de 31 de outubro a 4 de novembro.
A população deve redobrar os cuidados:
- Beba bastante água ao longo do dia.
- Evite atividades físicas ao ar livre nos horários mais quentes.
- Reduza a exposição ao sol.
- Tenha atenção especial com crianças, idosos e pessoas mais vulneráveis.
- Siga as recomendações das unidades de saúde e da Defesa Civil do seu município.
Super El Niño
Pernambuco deve enfrentar temperaturas acima da média entre outubro e dezembro de 2026, segundo a previsão da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).
O cenário indicado para o último trimestre do ano aumenta a preocupação com o agravamento da estiagem da umidade do solo e os possíveis impactos sobre a agricultura, a pecuária e as condições de conforto térmico nas cidades.
Entre os fatores observados está o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que avança e pode provocar alterações no regime de chuvas.
Esse fenômeno está associado ao El Niño, que influencia a circulação atmosférica e pode modificar os padrões climáticos em diferentes regiões.
A previsão reforça a importância do monitoramento das condições oceânicas e atmosféricas para avaliar os riscos climáticos em Pernambuco. Além do Pacífico, as características do Oceano Atlântico Tropical também exercem influência sobre a distribuição das chuvas no Nordeste brasileiro.
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