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Antes de confessar assassinatos, jovem de 14 anos contou à polícia que pais sumiram

O caso assombroso do jovem de 14 anos que antes de confessar os assassinatos, contou para a polícia que os pais haviam sumido

26 jun 2025 - 07h34
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Antes de confessar assassinatos, jovem de 14 anos contou à polícia que pais sumiram
Antes de confessar assassinatos, jovem de 14 anos contou à polícia que pais sumiram
Foto: Reprodução / Contigo

Um adolescente de 14 anos foi apreendido em Itaperuna, no interior do Rio de Janeiro, após confessar o assassinato dos pais e do irmão de apenas três anos. Inicialmente, ele procurou a delegacia com a avó para relatar o suposto desaparecimento da família, alegando que o irmão teria se engasgado com um caco de vidro e que todos teriam desaparecido ao tentar socorrê-lo. No entanto, a polícia estranhou o fato de não haver registros hospitalares da família na cidade, o que levou à investigação no imóvel da família, onde os corpos foram encontrados dentro de uma cisterna.

Segundo o delegado Carlos Augusto Guimarães, o cenário encontrado na casa não condizia com um acidente doméstico. "A quantidade de sangue era incompatível com o que ele descreveu. Após localizarmos os corpos, ele confessou. Disse que atirou na cabeça dos pais e no pescoço do irmão. Perguntamos por que matou o menino, e ele respondeu que foi para poupá-lo da dor de perder os pais", relatou o delegado. O jovem teria usado uma arma do próprio pai, escondida sob o colchão, e esperou todos dormirem para agir.

MOTIVAÇÃO DO CRIME

A investigação aponta duas possíveis motivações para o crime. Uma delas seria um relacionamento virtual com uma adolescente de 15 anos do Mato Grosso. O rapaz teria recebido um ultimato para se encontrar com a garota, mas os pais o proibiram de viajar. "Encontramos uma mala pronta com os celulares das vítimas. Ele conheceu a garota por meio de jogos online", disse o delegado, que acionou a polícia do outro estado para localizar a jovem. Outra hipótese envolve uma pesquisa feita pelo adolescente sobre como sacar o FGTS de pessoas falecidas. O pai teria direito a cerca de R$ 33 mil.

Após cometer os assassinatos, o jovem ainda limpou a cena do crime com produto de limpeza e arrastou os corpos até a cisterna. A arma foi encontrada posteriormente com a avó, que a recolheu temendo que ele se ferisse. "Ele se mostrou frio, sem remorso. Disse que não se arrependia e que faria tudo de novo. Há indícios claros de frieza e até traços de psicopatia", concluiu o delegado.

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