Adriane Galisteu revela luta contra síndrome rara que a deixou sem andar
Apresentadora detalha tratamento contínuo da Síndrome do Piriforme e alerta seguidores sobre os riscos de exercícios feitos de forma incorreta
A apresentadora Adriane Galisteu, de 52 anos, utilizou suas redes sociais para compartilhar um desabafo sincero sobre seu estado de saúde atual. Diagnosticada com a Síndrome do Piriforme em outubro de 2025, Galisteu revelou que ainda enfrenta as consequências de uma crise severa que chegou a deixá-la sem andar no ano passado. Após uma sessão de quiropraxia realizada na última quinta-feira, 9 de abril de 2026, ela celebrou o ganho gradual de força, mas não escondeu a frustração com a lentidão da recuperação. "Continuo tratando desde o ano passado, desde aquela crise que eu não andava. Ô coisa difícil de tratar", afirmou a artista, reforçando a complexidade da condição.
O diagnóstico de Adriane Galisteu
A Síndrome do Piriforme ocorre quando o músculo piriforme, situado nas nádegas próximo ao topo da articulação do quadril, sofre uma contratura ou inflamação a ponto de comprimir o nervo ciático. De acordo com informações médicas, os sintomas variam entre dor crônica, formigamento e dormência que pode descer até os pés. No caso de Galisteu, o tratamento tem sido multidisciplinar, envolvendo o uso de anti-inflamatórios, repouso e sessões intensas de reabilitação. A apresentadora aproveitou o momento para deixar um alerta importante aos seus fãs sobre a importância de valorizar a saúde plena e ter cuidado redobrado durante treinos de musculação.
O problema teve início de forma inesperada durante uma sessão de exercícios físicos. Adriane relatou que as dores agudas começaram logo após realizar um agachamento com carga excessiva, o que gerou um "enrosco" em um nervo. A dor, descrita por ela como persistente e chata, irradiava por toda a perna, o que a levou a buscar ajuda médica imediata e realizar exames de ressonância magnética. "Nunca tinha ouvido falar disso, agora que estou entendendo um pouco mais. É um músculo que fica profundo no quadril, ao lado do ciático", explicou ela, diferenciando a síndrome das dores ciáticas comuns, embora ambas estejam localizadas na mesma região.
Tratamento e superação
A jornada de recuperação de Adriane Galisteu serve como um lembrete sobre como lesões musculares profundas podem impactar drasticamente a qualidade de vida. Mesmo sendo uma entusiasta da vida saudável e dos exercícios, ela ressaltou que a negligência com o peso ou a postura pode levar a diagnósticos difíceis de reverter no curto prazo. Atualmente, ela segue focada na fisioterapia e nos cuidados especializados para retomar sua rotina completa, mantendo sempre o tom de otimismo e resiliência que marca sua carreira na televisão brasileira. Em suas redes sociais, continua publicando sua rotina e momentos especiais:
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